18.4.26

Jantinha

Talvez não haja nenhum sentido em postar algo banal assim. Mas sei que vou olhar pra isso um dia e morrer de saudade. Hoje a gente foi no mercado 17:30. Ou melhor, 18:30. Já algumas semanas a Mini já estaria dormindo, o horário mais tarde pra sair de casa com ela era 16:00. Mas ela ficou bem durante todo tempo que ficamos no mercado; ainda mais paciente porque eu esqueci a lista e fiquei indo e vindo nos corredores. Achei uma sopinha pra ela jantar e ela não queria muito, até porque já eram 19:30 e ela tava caindo de sono. Tive a ideia de desenhar a mãozinha dela no papel que fiz a lista do mercado e ela ficou distraída e foi comendo. Depois, ela mesma quis desenhar a própria mão e se riscou toda. Mas comeu tudo. Sério, ver um ser-humaninho crescendo bem diante dos seus olhos é um deslumbre que Deus nos agraciou. 


Kewpie

Aproveitamos a promoção e finalmente compramos a maionese do bebê, o hype da culinária japonesa. Tem gosto de ovo. Salgada com glutamato monossódico. Provavelmente tenho o paladar estragado por tantos anos comendo Hellmann's, mas não gostei dessa maionese fofa. 


Tudo o que a gente vive enquanto olhamos pras telas

Essa semana a Jéssica compartilhou comigo um reels em que duas amigas conversavam sobre o fim da sua amizade e como elas sentiam falta uma da outra. Isso me lembrou de uma das coisas que mais lembro do tempo que a gente era amiga: os livros que ela me emprestava e os filmes que a gente assistia juntas. Seria legal ter escrito essa fase da minha vida em um diário e todos os dramas daquele tempo, mas uma coisa que eu realmente deveria ter feito era comentar sobre os filmes que a gente via e os livros que líamos. Gostaria de lembrar a história, da minha experiência, do que aprendi, meus comentários… Parece inútil, mas não custava nada fazer um simples comentário. Certamente os vídeos da Tatiana Feltrin têm me influenciado a pensar nisso, porque tenho gostado muito de ver os vídeos antigos em que ela comentava sobre os livros que tinha lido.

E ainda pensando naquilo que o pessoal de comunicações falou sobre as postagens que criam, escrever esse tipo de coisa é contar uma história. Minha história certamente não interessa muitas pessoas além de mim e daqueles que estão perto. Na verdade, imagino que nem o Arthur, minha mãe ou minhas filhas se interessem por saber qual foi o último filme que eu assisti. Mas isso interessa pra mim. Me interesso pela história do universo, da humanidade, do meu país, da minha comunidade, da minha família, dos meus parentes, dos meus amigos, até de alguns desconhecidos… É evidente que minha história me interessa.

16.4.26

A story to be told

Essa semana teve um evento no trabalho em que o departamento de comunicações foi explicar o que eles faziam e apresentar o departamento. Diferente de um departamento de marketing, talvez, o departamento de comunicações não tem o objetivo de vender mais (apesar de isso estar implícito). O objetivo deles é contar a história da faculdade. Por isso eles cobrem todos os eventos, datas especiais e conquistas dos alunos. De repente, uma série de posts e materiais que eu achava totalmente sem graça ganharam um significado especial.

Pensei inclusive nesse blog, em como ele é um espaço pra eu ir contando minha história. Junto com meu diário.

11.4.26

Falando de livros

Há alguns dias conheci o canal da Tatiana Feltrin e de início eu não achei legal, mas de repente, não mais que de repente, eu virei a maior fã. Hoje é o meu "canal conforto", que assisto sempre, porque acho a Tatiana uma mulher muito elegante, inteligente e inspiradora. Comecei a ver algumas resenhas de livros que tenho em casa, mas não tinha começado a ler, e fiquei super empolgada pra ler esses livros! Um dos comentários no canal dela, inclusive, traduz muito bem esse sentimento: que ler é algo um pouco solitário, e quando vemos alguém comentando sobre algo que lemos é como formar uma conexão especial com alguém distante. É como conversar com alguém que também foi num "universo" que só existe naquele livro.

Eu já acompanhava outros booktubers: a Ariel Bissett, o Bruno Neute, a Melina Souza e a Bruna e Livros (por dica da Lana). Mas a Tati foi a primeira que me fez de fato pegar um livro e ler de verdade.

Até agora, comecei a ler Os Irmãos Karamazov, O Jardim Secreto e o projeto de leitura literária da Bíblia (vamos ver como me saio). E recentemente, vasculhando uma estante de livros que tem no meu trabalho, encontrei A Tale of Love and Darkness, vi que ela recomendou e comecei a ler também.

Em um dos vídeos ela menciona um canal de outra booktuber-mamãe que ela acha legal e acompanhou durante a gravidez, o canal da Vivian Sipriano, e fui ver (já que tudo que ela recomenda atiça minha curiosidade). Essa moça tem um vídeo mostrando os livros de maternidade que leu enquanto estava grávida e no início do vídeo ela fala que como gosta muito de livros, é natural que ela sempre recorra aos livros quando quer aprender algo. Sei que parece bobo, mas me senti muito "compreendida" quando ouvi isso, porque achava que ler livros era coisa do passado, ainda mais agora que temos AI. Sim, AI é super útil, mas eu AMO os livros e de pensar que uma editora inteira trabalhou pra produzir um material que fosse útil e interessante.

Um problema que eu enfrento é que apesar de amar livros, bibliotecas, livrarias, estantes e booktubers, eu gasto pouquíssimo tempo lendo de fato. Minha vó sempre fala que todo mundo deveria ter um hobbie (o dela é cuidar de plantas) e eu torço pra que agora, aos 30, eu finalmente dedique tempo a isso de verdade. Que os booktubers me ajudem!

28.3.26

Secret Style Icon: Ana Strumpf com blusas de banda

Ela pode estar em casa de jeans, trabalhando em suas criações. Ou ela pode ir num rolê de All-Star e batom vermelho. Sempre chic.

24.3.26

Secret style icon: Mallu na versão mamãe

Vestido com bordados de flor, sapato vermelho, bolsa de crochê vermelha. E uma menininha de vestido, tênis e cabelo cacheado no colo da mamis. aaaaaaaaa