9.5.26

Os Beatles

Teve uma época em Fortaleza (ou no Brasil?) em que toda cafeteria e restaurante cult-bacaninha tocava as músicas do Caetano Veloso, mais especificamente dos anos 70. Junto de Novos Baianos e outras preciosidades da MPB. Eu achava ótimo! Casou super bem com meus últimos anos na escola em que eu era fissurada por MPB e já não me limitava a ouvir música norte-americana, graças a Renata.

Lembrei disso hoje porque de uns dias pra cá tenho ouvido bastante The Beatles. Um pouco porque assistir Ab Fab me deixou curiosa sobre a Inglaterra e um pouco porque o Caetano Veloso, nos anos 70, fez a versão de três músicas deles que eu fiquei viciada. E recomendo!

Tem também outra que eu gosto por causa do Murakami, e mais uma que eu gosto porque a Rita Lee tinha uma versão dela. E outra que eu conheci através da Alix Bancourt e é totalmente viciante. 

Acho que ainda não dá pra dizer que eu gosto dos Beatles, mas com certeza essas músicas viraram músicas-conforto pra mim.

8.5.26

Dias especiais

Esse vai ser meu segundo (ou terceiro?) dia das mães e um muito especial. Meu due date é 11 de Maio, o dia das mães é dia 10. Imagina se minha filha nasce no dia das mães, que nem a Vivi! Fiz esse calendário rápido pra ficar na geladeira e achei interessante que o mês inteiro precisa estar vazio pra quando a mocinha chegar.
E agora que minha filhinha vai pra creche, ela trouxe os primeiros presentinhos de dia das mães. Mais uma preciosidade pra minha caixa de tesouros.

7.5.26

Nada especial

Esse post sem motivo e meio sem graça é só pra me lembrar que eu queria muito tirar mais fotos de coisas comuns, bonitas, divertidas e legais do meu dia-a-dia e postar no blog, sem muitas pretensões. Tipo esse momento, enquanto espero o Arthur vir me buscar, lendo um livro. Na verdade, esperando minha bebê número dois estar pronta pra nascer. Como não ser especial? 

18.4.26

Jantinha

Talvez não haja nenhum sentido em postar algo banal assim. Mas sei que vou olhar pra isso um dia e morrer de saudade. Hoje a gente foi no mercado 17:30. Ou melhor, 18:30. Já algumas semanas a Mini já estaria dormindo, o horário mais tarde pra sair de casa com ela era 16:00. Mas ela ficou bem durante todo tempo que ficamos no mercado; ainda mais paciente porque eu esqueci a lista e fiquei indo e vindo nos corredores. Achei uma sopinha pra ela jantar e ela não queria muito, até porque já eram 19:30 e ela tava caindo de sono. Tive a ideia de desenhar a mãozinha dela no papel que fiz a lista do mercado e ela ficou distraída e foi comendo. Depois, ela mesma quis desenhar a própria mão e se riscou toda. Mas comeu tudo. Sério, ver um ser-humaninho crescendo bem diante dos seus olhos é um deslumbre que Deus nos agraciou. 


Kewpie

Aproveitamos a promoção e finalmente compramos a maionese do bebê, o hype da culinária japonesa. Tem gosto de ovo. Salgada com glutamato monossódico. Provavelmente tenho o paladar estragado por tantos anos comendo Hellmann's, mas não gostei dessa maionese fofa. 


Tudo o que a gente vive enquanto olhamos pras telas

Essa semana a Jéssica compartilhou comigo um reels em que duas amigas conversavam sobre o fim da sua amizade e como elas sentiam falta uma da outra. Isso me lembrou de uma das coisas que mais lembro do tempo que a gente era amiga: os livros que ela me emprestava e os filmes que a gente assistia juntas. Seria legal ter escrito essa fase da minha vida em um diário e todos os dramas daquele tempo, mas uma coisa que eu realmente deveria ter feito era comentar sobre os filmes que a gente via e os livros que líamos. Gostaria de lembrar a história, da minha experiência, do que aprendi, meus comentários… Parece inútil, mas não custava nada fazer um simples comentário. Certamente os vídeos da Tatiana Feltrin têm me influenciado a pensar nisso, porque tenho gostado muito de ver os vídeos antigos em que ela comentava sobre os livros que tinha lido.

E ainda pensando naquilo que o pessoal de comunicações falou sobre as postagens que criam, escrever esse tipo de coisa é contar uma história. Minha história certamente não interessa muitas pessoas além de mim e daqueles que estão perto. Na verdade, imagino que nem o Arthur, minha mãe ou minhas filhas se interessem por saber qual foi o último filme que eu assisti. Mas isso interessa pra mim. Me interesso pela história do universo, da humanidade, do meu país, da minha comunidade, da minha família, dos meus parentes, dos meus amigos, até de alguns desconhecidos… É evidente que minha história me interessa.

16.4.26

A story to be told

Essa semana teve um evento no trabalho em que o departamento de comunicações foi explicar o que eles faziam e apresentar o departamento. Diferente de um departamento de marketing, talvez, o departamento de comunicações não tem o objetivo de vender mais (apesar de isso estar implícito). O objetivo deles é contar a história da faculdade. Por isso eles cobrem todos os eventos, datas especiais e conquistas dos alunos. De repente, uma série de posts e materiais que eu achava totalmente sem graça ganharam um significado especial.

Pensei inclusive nesse blog, em como ele é um espaço pra eu ir contando minha história. Junto com meu diário.