21.7.26

Maninha

Tava vendo uma lista que fiz com meus álbuns favoritos da vida e o primeiro deles era a coletânea Millenium, da Maria Bethânia. Minha mãe tinha esse cd e por um tempo, sempre que eu botava pra tocar ficava meio incomodada com o trompete no início da primeira música.

Até que minha tia um dia me falou como gostava desse CD, falou das suas músicas favoritas, ouviu comigo... "Terezinha" era a música favorita dela, e eu fiquei chocada de finalmente entender o significado daquela cantiga infantil. Eu fiquei encantada e fascinada pela Maria Bethânia desde então. E pelo Chico Buarque. Um dos meus passa tempos lá pelos quinze anos era ouvir esse cd. Que legal relembrar dele hoje. 

Acho a seleção de músicas fantástica, realmente são as melhores músicas dela, só falta "Baby". A Bethânia tem uma palavra que a define: intensa. Intensa, intensa demais. São músicas pra ouvir de manhã, no sol, "descortinar a madrugada". Parece que tô falando maluquice, mas ouve o cd e você vai me entender. Espero lembrar de por pra tocar no próximo inverno e ter um dia de sol no meio da neve. 

Mas a minha música favorita é mais suave, Maninha. A voz do Caetano, as notas que parecem estrelas brilhando, parece música infantil, tem uma magia sem igual. E uma letra que descreve o sentimento de saudade como nenhuma outra. Até que a Bethânia começa a cantar. A saudade mansa de torna um sentimento intenso que não cabe no peito. Ela me lembra muito uma professora que eu tive que faleceu há alguns anos, e essa música transmite exatamente essa saudade mágica e indignada que eu sinto. Que mundo lindo, que mundo terrível. 

Queria ter esse vinil na minha estante, além de tê-lo no meu coração. 

p.s: acho impressionante como o português soa limpo, rico e lindo na voz dela.

17.7.26

Valley of the dolls no meu armário

Se tem uma coisa que eu acho satisfatório é usar uma caneta até o final. E se tem uma coisa que me enche o saco é ter um monte de vitaminas no armário que parecem nunca ter fim. Toda vez que abro o armário minha caixinha de vitaminas me lembra da minha indisciplina pra tomá-las todos os dias.

Acho que único jeito satisfatório de tomar vitaminas é que nem a personagem da Joana Cusack em Toys.

15.7.26

Banfa! (com sotaque italiano)

Antes de me mudar eu nunca tinha ouvido falar dessa cidade, Banff, que fica nas montanhas rochosas. Eu queria muito escrever um post a coisa mais linda sobre a manhã que passamos lá hoje, mas eu sei que no meu tempo livre eu vou preferir assistir Sex and the City no meu celular. Então vou resumir. 

A ideia de sair de casa às 6:00 e tomar café no carro foi ótima, porque a viagem de 1:30h passou rápido.

Banff às 8:00 da manhã de uma quarta em julho é tranquila, vazia e linda. Por um momento eu me senti feliz de estar ali, normalmente eu sinto vontade de fugir daquela rua lotada de turistas. E pela primeira vez eu vi as lojas de portas fechadas. Acredite, é algo a se admirar. As pesadas portas de madeira me lembram o Hobbit, a Inglaterra, sei lá. São lindas.

O Quary Lake estava bem bonito, mas cheio demais. O que não era tão mal, já que tinha várias crianças tomando banho e se divertindo, a coisa mais fofa. Tinha até uma família de coreanos tão perfeita que eu pensei que se alguém gravasse o jeito doce com que o pai falava com os filhos daria um dorama de sucesso. Ah! E estava quente, muito quente. Coitada da Sarinha, que chegou toda coberta. 

Almoçamos na nossa pizzaria favorita de Canmore, que segue sendo a número 1.

Na volta a gente estava feliz de olhar pro relógio e ver que ainda eram duas da tarde. Foi a primeira vez que a gente não voltou pra casa nove da noite e destruídos de cansaço. E foi a primeira vez que voltamos pela Old Banff Coach Road, que tem mansões inacreditáveis de lindas. 

p.s: Saindo de Banff, vi que tinha uma biblioteca pública na cidade e estou aqui sonhando quando minhas filhas forem um pouco maiores e eu puder levá-las lá num casual dia de inverno. Oh dreams! 

p.s.s: Achei esse post super fofo sobre a biblioteca de Banff. Esse blog tem o tipo de texto e foto que eu queria publicar no meu blog! Tenho uma queda por fotos com filtro vintage.

5.7.26

Varanda

Obcecada pela varanda da Raiza Costa. Parece quintal num apartamento no meio da cidade. 


Passarinhos Montessori

Fomos nessa pet shop enorme que tem aqui e eu fiquei sonhando em ter um quintal pra fazer um parque todo colorido pra passarinhos. 






É interessante imaginar que passarinhos se interessam pelas mesmas coisas que me chamaram atenção na loja...

3.7.26

Todo prato já está quebrado

E esse então... Durou muito tempo inteiro. 

25.6.26

Brincando com a torneira

Quase toda noite a Mimi fica chateada porque quer brincar com a torneira e a gente não deixa porque é hora de dormir. Daí a gente teve a ideia de, de manhã, levar ela no banheiro e deixar ela finalmente brincar com a torneira. Aproveitei e dei um fouet pra ela fazer espuminha e ela amou fazer isso! No fim das contas a.gente precisou parar a brincadeira no meio e foi aquele choro. Well well, no fim das contas ela se chateou do mesmo jeito. Mas é interessante perceber, e lembrar, que as brincadeiras mais legais nem precisam de brinquedos.