15.9.26

eu amo blogs...

esses dias o Arthur comentou como ele acha curioso gente que ainda posta e visita blogs. Eu amo! Por exemplo... Olha esse post despretensioso dessa artista. Algumas fotinhas dos seus crafts, links pra outros blogs que ela encontrou, o link pra uma loja que ela gostaria de visitar um dia... (como diria a Mimi) Oh nice! That's so so mundane and yet so so nice!

Um dos blogs que ela recomendou é o Tokyo Friday, sobre duas amigas que estão aprendendo inglês e japonês juntas, escrevendo sobre seus rolês e suas conversas. aaaaaaaaaaaaaaaaaaa Elas vão em livrarias, exposições, restaurantes, workshops e lojas no Japão. Há tanto pra ver!

O outro blog é de uma arquiteta em LA que compartilha fotos lindas de detalhes ao seu redor que ela acha bonito. Tipo suas receitas e panos de prato que ela acha em brechós

E o mais legal é que nenhuma delas postava isso porque queria ganhar dinheiro ou vender algum produto.

Beautiful things don't ask for attention

Baby books

Eu uso a desculpa que vou na biblioteca pra passear com a Mimi, ou pra imprimir documentos de graça. A verdade é que ela sai andando sem rumo e eu fico na sessão infantil, babando no design de livros ara bebês. Hoje, por exemplo, vi esse livrinho escuro que mistura imagens reais (que toddlers amam) e imagens de alto-contraste (que bebês veem muito bem), mas de um jeito muito lindo!





Baby Play, by Barefoot Books

Dear Oly,

os desenhos, as fotos, as comidinhas desse blog... Tenho certeza que alguma parte dentro de mim sente igualzinho a essa moça.

14.9.26

reblog: Como não enlouquecer?

Uma resposta que eu amaria ter sido capaz de dar a clássica pergunta, "como não enlouquecer com as crianças?". A sacada dessa mamãe de treze (!) filhos me surpreende. O bom de saber que a gente já é doida é não perder tempo culpando os outros pelas maluquices que a gente faz. 

"Uma pessoa louca não enlouquece, ela já é louca. Eu sou uma pessoa comum, mas eu sou doida. Eu nunca me achei normal, equilibrada... Essa pessoa padrão, de manual? Eu não sou. 

Já sendo louca eu não coloquei na conta das crianças os meus problemas. Eu nunca achei que meu problema era as crianças. Era sempre eu. Sim, sempre tinha uma criança no meio, uma gestação, um parto, um puerpério. Certo, é o percurso da vida. Mas naquela experiência tinha uma pessoa que já era problemática. Esse é o segredo, se conhecer e não guardar rancor das crianças. Não se deixe enganar achando que um dia foi muito difícil por causa das crianças.

Em qualquer realidade que eu estivesse eu iria dar problema ou ser o problema. Se eu fosse solteira, sem crianças, eu seria uma solteira problemática. Mesmo se eu fosse freira, seria problemática num convento. 

Também não estou dizendo que sou madura e evoluída por entender isso. Deus me iluminou nessa realidade. 

A maior lucidez que tive na vida foi, durante as situações atribuladas que vivi, olhei e enxerguei com a graça de Deus como ele me amou e me salvou naquela situação."

- Gisele Santos

Meal Plan

Pela primeira vez consegui fazer um cardápio que fosse útil de verdade. Ao invés de usar um app ou um planner bonitinho, usei um pedaço de papel e uma caneta pra definir as receitas que eu iria preparar durante a semana (será que o papel me ajudou a ser mais criativa?). Montei esse cardápio a partir do que eu já tinha em casa e comprei apenas os ingredientes que faltavam. Corri o risco de ninguém aqui em casa gostar dos pratos e eu ter que comer tudo sozinha. 

Que nada. Foi um sucesso. As receitas foram: 

Risoto de arroz integral com carne moída de peru. Todos gostaram! Fiquei surpresa que a carne não precisava de um super refogado, bastou um pouco de tempero seco, coentro e umas gotinhas de limão pra dar um gosto mais fresco e não parecer que a carne estava congelada há dois meses. E o arroz integral foi salvo graças ao queijo, muito queijo.

Macarrão bolonhesa de forno. Fiz com um molho que eu odiei por causa do tipo de carne que usei. Mas ficou uma delícia porque fiz um molho branco pra forrar a forma e cobrir o macarrão pra gratinar. Virou nosso novo prato favorito. É tipo comer lasanha em plena terça-feira. 

Farfalle com molho pesto, brócolis e linguiça. Vi essa receita na embalagem do macarrão. Ficou bom, mas totalmente esquecível. 

Omelete de queijo e espinafre. Na verdade, eu queria fazer uma malassada que nem minha vó Marisa fazia - cearenses devem saber o que é isso. Acabou virando um quiche, meio omelete, meio frittata. Tava bom, graças ao queijo de novo. Servi com arroz e feijão, não teve erro.

Cuscuz marroquino, numa versão cearense. Ao invés da tradicional caponata dos italianos, meu cuscuz teve linguiça, ovos, cebola, tomate, pimentão, cheiro-verde e queijo coalho. Tava bom demais, mas não era o cuscuz que a gente conhece. 

Do mesmo jeito que a Mimi sempre fica feliz quando consegue montar seus bloquinhos, eu fiquei feliz demais que meu planejamento deu certo. Ver todo mundo comendo empolgado… Oh céus, que satisfação inexplicável em pleno dia comum de semana! 

"don't yuk somebody's yum"

vi essa frase hoje no último episódio da Space Maker (The true weight of clutter). Cada vez mais me surpreendo como norte-americanos tem os melhores ditados. É meu favorito junto de "If you can't say something nice, don't say nothing at all", que ouvi da FlyLady. Consigo até ver uma mamãe norte-americana falando isso!

11.9.26

saudades...

de quando a internet era mais sobre pessoas compartilhando como elas viviam, do que pessoas arrogantes dizendo como você está fazendo tudo errado e o jeito delas é O certo. 

Argh que chatice!