Essa semana a Jéssica compartilhou comigo um reels em que duas amigas conversavam sobre o fim da sua amizade e como elas sentiam falta uma da outra. Isso me lembrou de uma das coisas que mais lembro do tempo que a gente era amiga: os livros que ela me emprestava e os filmes que a gente assistia juntas. Seria legal ter escrito essa fase da minha vida em um diário e todos os dramas daquele tempo, mas uma coisa que eu realmente deveria ter feito era comentar sobre os filmes que a gente via e os livros que líamos. Gostaria de lembrar a história, da minha experiência, do que aprendi, meus comentários… Parece inútil, mas não custava nada fazer um simples comentário. Certamente os vídeos da Tatiana Feltrin têm me influenciado a pensar nisso, porque tenho gostado muito de ver os vídeos antigos em que ela comentava sobre os livros que tinha lido.
E ainda pensando naquilo que o pessoal de comunicações falou sobre as postagens que criam, escrever esse tipo de coisa é contar uma história. Minha história certamente não interessa muitas pessoas além de mim e daqueles que estão perto. Na verdade, imagino que nem o Arthur, minha mãe ou minhas filhas se interessem por saber qual foi o último filme que eu assisti. Mas isso interessa pra mim. Me interesso pela história do universo, da humanidade, do meu país, da minha comunidade, da minha família, dos meus parentes, dos meus amigos, até de alguns desconhecidos… É evidente que minha história me interessa.



