12.6.26

A Lenda do Tesouro Perdido

Agora que temos Disney+ eu tô muito animada pra rever vários filmes da infância. Pra começar esse filme que eu assistia com minhas primas milhares de vezes, até o ponto de elas reclamarem "esse filme de novo?!". 

Eu acho esse filme tão legal! Revendo agora eu percebo como ele é clichê e até meio ridículo no jeito fácil em que as coisas se resolvem. Mas é pra isso que eu vejo filmes, pra sonhar e imaginar um mundo em que existe uma mágica que resolve tudo. Ah e todos os "puzzles" que eles vão resolvendo são tão interessantes! Mesmo que bobinhos. Era a época de clichês bem feitos. 

Minha cena favorita continua sendo o momento em que eles acham o tesouro e o Riley se emociona ao ver o resto das escadas velhas e quebradas que eles tiveram que descer e quase morreram.

Um detalhe que percebi só dessa vez é que eles vão comprar roupa na Urban Outfitters. Cult bacaninhas. 

Sem dúvidas eu queria esse filme na minha estante!

Remarkably Bright Creatures

Assisti esse filme na Netflix por recomendação da minha sogra e apesar de parecer um."Hallmark movie", eu achei a história linda. O filme também é lindo por causa do cenário de praia nas montanhas, especialmente a casa da protagonista que parece uma cabana muito aconchegante. Como um lugar quentinho, protegido do frio de fora.

E é essa a mesma sensação que a amizade entre os protagonistas transmite. Uma senhora que trabalha como faxineira de aquário que viveu traumas terríveis, e um rapaz recém chegado na cidade que parece não ter passado nem futuro. Graças a um polvo os dois se aproximam e aos poucos tornam-se amigos, até descobrirem um segredo que os une pra sempre. Que história linda! Eu tenho uma queda por histórias de família.

Ver esse filme só me confirmou ainda mais a ideia que eu tenho de que filmes inspirados em livros normalmente são mais interessantes. Acho que, diferente de roteiristas, autores estão mais preocupados em contar uma boa história, com personagens profundos e reviravoltas surpreendentes. Eu até gostaria de ler o livro e mergulhar mais na personagem da faxineira que é uma mamãe e uma amiga muito doce.

Gostaria de ter esse DVD na minha estante. 

Brincando na floresta

Essa.brincadeira durou pouco porque ao que parece a floresta não é o lugar favorito da Mimi. Mesmo assim ela foi de tênis, chapéu e bolsinha catar pedrinhas e florzinhas. 

Brinquedos na Ikea

Com quase 2 aninhos a Mimi avistou a área infantil na Ikea de longe. É inexplicável a sensação maravilhosa de ver um bebê se tornar uma criancinha. Agora começam a aparecer as memórias que ela não vai esquecer nunca nunca. 

Brinquedos no parquinho

Não temos praia, mas temos um parquinho e na hora de brincar com o baldinho, a diversão da Mimi é quase a mesma.


28.5.26

Nice and easy

Filmes franceses são os melhores. Imagine um filme sobre um rapaz que (no melhor estilo brasileiro de se dizer) não quer nada com a vida. Parece a ideia mais sem graça de todas, mas o filme é excelente! Os personagens são cheios de camadas, os diálogos são inteligentes e engraçados, os cenários em Paris são lindos e a história é moderna sem ser datada. Americanos não conseguiriam. Em alguns momentos me os diálogos e a narração me lembram Amélie Poulain! E no momento em que o protagonista finalmente tem uma transformação de vida, toca aquela música do The Shins. aaaaaaaaa sensacional!!

Sorte seria eu ter esse DVD na minha estante.

p.s.: assisti esse filme dias depois de fazer um parto induzido e me aparece um diálogo no meio do filme:

"Why did you smile when Delphine said the birth was induced? 

That expression makes me laugh. I imagine the woman lying on the table, legs spread, exhausted... The gynecologist comes in, squats between her thighs and starts inducing... "Come on, kiddo, I have some candy... Hey, show me you're a man. Be a good boy now, your poor mom's getting tired."


27.5.26

The Secret Garden

Essa não é a resenha desse livro. É um breve comentário sobre o fato de que existem pessoas (eu) que não são boas de imaginação. O filme do Jardim Secreto sempre foi um dos meus favoritos, por isso comprei o livro. Mas minha péssima imaginação me impediu de aproveitar a leitura. Na minha opinião, o filme é muito melhor do que o livro. Talvez por ser uma história infantil, as descrições e os diálogos não têm metade da magia e mistério que o filme tem.

Um único detalhe que no livro é mais interessante, é a presença da mãe da empregada que cuida da Mary. Mesmo aparecendo muito pouco, fiquei muito inspirada com o jeito amável, cuidadoso e forte dessa mulher que se preocupa com o bem-estar de uma criança que nem é sua, mesmo tendo doze filhos.

Enfim. Essa fofura de livro vai ficar na minha estante, mas acabei abandonando. Ele me fez perceber que se o livro não é pesado em sentimentos ou se é cheio de descrições de cenários, eu não vou gostar de ler.