28.9.26

Bambootique

Fofuras que achamos na loja do zoológico 





Lanternas chinesas, um óculos que vira peixe, uma xícara de zebra - que eu teria comprado se não estivesse tentando gastar menos - caderninhos fofos e papel feito com cocô de bicho. É isso, eles conseguiram fazer cocô ficar bonitinho.

17.9.26

Cacarequinha, soy yo.

Esse resultado de pesquisa no Gemini está falando das pessoas como um todo. Mas ele poderia muito bem estar falando de mim, especificamente. Estava olhando fotos do meu quarto em 2019 e fiquei chateada comigo porque me desfiz de tanta coisa que hoje percebo serem insubstituíveis e preciosas pra mim.

When lockdowns forced people to spend extended periods inside, stark, empty homes felt sterile rather than soothing. People realized that everyday items—books, craft supplies, collections, cozy decor—provided comfort and reflected their identity.

Making endless micro-decisions about whether an object "sparks joy" led to mental burnout.

Many who parted with art supplies, obscure tech cables, tools, niche kitchen gear, or favorite vintage clothing found themselves needing to repurchase those exact items later.

People often regret purging sentimental items—like old letters, unique thrifted decor, or childhood mementos—in a moment of intense decluttering. Unlike basic household goods, these items cannot be replaced.

In 2021, Kondo realized that maintaining an immaculate space required time and energy she would rather spend with her kids. Today, spending unstructured quality time with her family sparks more joy than a spotless living room, making the mess an acceptable trade-off.

Saudades do meu travesseirinho da Pucca. Do meu DVD do Totoro. Da minha bonequinha de cerâmica.

15.9.26

eu amo blogs...

esses dias o Arthur comentou como ele acha curioso gente que ainda posta e visita blogs. Eu amo! Por exemplo... Olha esse post despretensioso dessa artista. Algumas fotinhas dos seus crafts, links pra outros blogs que ela encontrou, o link pra uma loja que ela gostaria de visitar um dia... (como diria a Mimi) Oh nice! That's so so mundane and yet so so nice!

Um dos blogs que ela recomendou é o Tokyo Friday, sobre duas amigas que estão aprendendo inglês e japonês juntas, escrevendo sobre seus rolês e suas conversas. aaaaaaaaaaaaaaaaaaa Elas vão em livrarias, exposições, restaurantes, workshops e lojas no Japão. Há tanto pra ver!

O outro blog é de uma arquiteta em LA que compartilha fotos lindas de detalhes ao seu redor que ela acha bonito. Tipo suas receitas e panos de prato que ela acha em brechós. 

E o mais legal é que nenhuma delas postava isso porque queria ganhar dinheiro ou vender algum produto.

Beautiful things don't ask for attention

Baby books

Eu uso a desculpa que vou na biblioteca pra passear com a Mimi, ou pra imprimir documentos de graça. A verdade é que ela sai andando sem rumo e eu fico na sessão infantil, babando no design de livros ara bebês. Hoje, por exemplo, vi esse livrinho escuro que mistura imagens reais (que toddlers amam) e imagens de alto-contraste (que bebês veem muito bem), mas de um jeito muito lindo!





Baby Play, by Barefoot Books

Dear Oly,

os desenhos, as fotos, as comidinhas desse blog... Tenho certeza que alguma parte dentro de mim sente igualzinho a essa moça.

14.9.26

reblog: Como não enlouquecer?

Uma resposta que eu amaria ter sido capaz de dar a clássica pergunta, "como não enlouquecer com as crianças?". A sacada dessa mamãe de treze (!) filhos me surpreende. O bom de saber que a gente já é doida é não perder tempo culpando os outros pelas maluquices que a gente faz. 

"Uma pessoa louca não enlouquece, ela já é louca. Eu sou uma pessoa comum, mas eu sou doida. Eu nunca me achei normal, equilibrada... Essa pessoa padrão, de manual? Eu não sou. 

Já sendo louca eu não coloquei na conta das crianças os meus problemas. Eu nunca achei que meu problema era as crianças. Era sempre eu. Sim, sempre tinha uma criança no meio, uma gestação, um parto, um puerpério. Certo, é o percurso da vida. Mas naquela experiência tinha uma pessoa que já era problemática. Esse é o segredo, se conhecer e não guardar rancor das crianças. Não se deixe enganar achando que um dia foi muito difícil por causa das crianças.

Em qualquer realidade que eu estivesse eu iria dar problema ou ser o problema. Se eu fosse solteira, sem crianças, eu seria uma solteira problemática. Mesmo se eu fosse freira, seria problemática num convento. 

Também não estou dizendo que sou madura e evoluída por entender isso. Deus me iluminou nessa realidade. 

A maior lucidez que tive na vida foi, durante as situações atribuladas que vivi, olhei e enxerguei com a graça de Deus como ele me amou e me salvou naquela situação."

- Gisele Santos