10.1.26

um filme bom depois do outro

Mal chegamos a metade de Janeiro e eu já assisti uma quantidade razoável de filmes ótimos.

Primeiro foi Everyone says I love you (1996), do Woody Allen. Tem também a Drew Barrymore e a Natalie Portman bem novinhas, e a Julia Roberts sendo a musa dos anos 90. Não é todo filme do Woody Allen que eu gosto, mas quando gosto vira um favorito. Esse filme é na verdade um musical, e eu nem gosto de musicais. Mas a história é tão engraçada que eu nem me incomodava quando os personagens começavam a cantar e dançar do nada. Gostei demais das músicas, dos cenários lindos em Nova York e na Itália, das ironias e reviravoltas na história dos personagens, das críticas sociais, do humor ácido e do jeito reclamão do Woody Allen.

Depois assisti com o Arthur To Rome with love (2012), também do Woody Allen. Dessa vez com outros atores famosos, mas o que mais gostei de ver foi o Roberto Benigni. Sim, o ator que consegue fazer a gente rir até num filme de guerra. Imagino que o filme seja realmente uma forma do Woody Allen demonstrar o amor dele pela Itália, porque ele usa sua mágica pra mostrar uma cidade apaixonante. Também amei as músicas e os cenários, mas o que mais gostei foram das histórias como sempre irônicas e muito engraçadas. Nossa, a gente riu bastante. Mais um favorito pra lista.

Assisti Brooklyn (2015) e fiquei extremamente emocionada. O filme conta a história de uma moça irlandesa que imigra pra Nova York em busca de um trabalho melhor, mas as reviravoltas da vida faz ela questionar onde ela deveria morar. Uma expatriada como eu, me emocionei em vários momentos, porque a tristeza e os questionamentos dela são bem conhecidos por mim. *spoiler* Confesso que, no lugar dela, eu teria voltado pra minha cidade natal.

Por fim, assisti Don't worry, he won't get far on foot (2018), com o Joaquin Phoenix, a Rooney Mara e o Jonah Hill. Chegou na metade da história e eu estava perdendo as esperanças, parecia que o protagonista era apenas um homem bêbado e revoltado com a vida, mas o final me surpreendeu. O filme me fez refletir bastante sobre nossa dificuldade em perdoar as pessoas e a nós mesmos. Também fiquei muito emocionada ouvindo o personagem falar sobre sua mãe biológica e a falta que ele sentia dela.

Filmes com dramas familiares ainda são meus favoritos.

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