25.6.26

Brincando com a torneira

Quase toda noite a Mimi fica chateada porque quer brincar com a torneira e a gente não deixa porque é hora de dormir. Daí a gente teve a ideia de, de manhã, levar ela no banheiro e deixar ela finalmente brincar com a torneira. Aproveitei e dei um fouet pra ela fazer espuminha e ela amou fazer isso! No fim das contas a.gente precisou parar a brincadeira no meio e foi aquele choro. Well well, no fim das contas ela se chateou do mesmo jeito. Mas é interessante perceber, e lembrar, que as brincadeiras mais legais nem precisam de brinquedos. 

22.6.26

Quando estamos juntos

Tava olhando nosso quarto ontem, bem iluminado por um dia lindo de verão, e fiquei pensando como a nossa casa muda tanto de "decoração" pra atender às nossas necessidades. E eu acho isso incrível, sempre nos adaptamos. 

Nossa comida virou trocador. A caixa linda do meu perfume chic virou uma "bandeja" prós itens de higiene da Sarinha. Os quadros ainda não foram pendurados. A estante amarela tem mantinhas, livros e meu diário (já esquecido). O bercinho lindo de boneca é emprestado, e está recheado com uma mantinha da Hello Kitty que a gente comprou quando ainda estávamos namorando.



E esse era o quarto quando a Mimi nasceu e ficou um tempo com a gente também.


20.6.26

Cupcake kit

Essa foto tá péssima e não transmite a beleza do negócio. Mas finalmente tive uma comemoração pra usar esse kit de cupcakes que comprei já anos num impulso consumista. Minha filhinha completou um mês de vida e nada melhor pra celebrar do que bolinhos de chocolate decorados com peixinhos.

17.6.26

Good Earth


Hoje a gente jantou numa cafeteria que fica dentro de uma livraria (me lembrou a Livraria Cultura) e que tem um Croque Monsieur delicioso. O interessante é que o Arthur descobriu esse sanduíche quando nossa primeira filha nasceu e ele comeu esse sanduíche na Good Earth do hospital. O sanduíche que a gente comeu hoje não estava tão delicioso, mas só essa vibe de cafeteria dentro de uma livraria que marcou tanto nosso início de namoro já valeu o rolê. 

14.6.26

Brinquedos no parquinho, parte 2

Alguém muito gente fina deixou esses caminhões no parquinho e é uma das coisas que as crianças, e a Mimi, mais gostam.

13.6.26

Famoso, de novo

Pra comemorar 5 anos de casamento a gente foi jantar no Famoso. De entrada a gente experimentou essas azeitonas marinadas com um pãozinho. Péssimo... Perdemos a oportunidade de comer algo gostoso. 
Como a gente tava comemorando, nos permitimos pedir uma pizza pra casa pra que a gente pudesse escolher um sabor diferentão. A minha tinha cogumelos, pimentão, artichokes e cebola. Deliciosa e bem leve, mas senti falta de um sabor mais intenso. O Arthur pediu uma pizza que tinha prosciutto e linguiça apimentada. Tava uma delícia também.
Acho que o Famoso virou nosso restaurante favorito pra comemorar 🎉

12.6.26

A Lenda do Tesouro Perdido

Agora que temos Disney+ eu tô muito animada pra rever vários filmes da infância. Pra começar esse filme que eu assistia com minhas primas milhares de vezes, até o ponto de elas reclamarem "esse filme de novo?!". 

Eu acho esse filme tão legal! Revendo agora eu percebo como ele é clichê e até meio ridículo no jeito fácil em que as coisas se resolvem. Mas é pra isso que eu vejo filmes, pra sonhar e imaginar um mundo em que existe uma mágica que resolve tudo. Ah e todos os "puzzles" que eles vão resolvendo são tão interessantes! Mesmo que bobinhos. Era a época de clichês bem feitos. 

Minha cena favorita continua sendo o momento em que eles acham o tesouro e o Riley se emociona ao ver o resto das escadas velhas e quebradas que eles tiveram que descer e quase morreram.

Um detalhe que percebi só dessa vez é que eles vão comprar roupa na Urban Outfitters. Cult bacaninhas. 

Sem dúvidas eu queria esse filme na minha estante!

Remarkably Bright Creatures

Assisti esse filme na Netflix por recomendação da minha sogra e apesar de parecer um."Hallmark movie", eu achei a história linda. O filme também é lindo por causa do cenário de praia nas montanhas, especialmente a casa da protagonista que parece uma cabana muito aconchegante. Como um lugar quentinho, protegido do frio de fora.

E é essa a mesma sensação que a amizade entre os protagonistas transmite. Uma senhora que trabalha como faxineira de aquário que viveu traumas terríveis, e um rapaz recém chegado na cidade que parece não ter passado nem futuro. Graças a um polvo os dois se aproximam e aos poucos tornam-se amigos, até descobrirem um segredo que os une pra sempre. Que história linda! Eu tenho uma queda por histórias de família.

Ver esse filme só me confirmou ainda mais a ideia que eu tenho de que filmes inspirados em livros normalmente são mais interessantes. Acho que, diferente de roteiristas, autores estão mais preocupados em contar uma boa história, com personagens profundos e reviravoltas surpreendentes. Eu até gostaria de ler o livro e mergulhar mais na personagem da faxineira que é uma mamãe e uma amiga muito doce.

Gostaria de ter esse DVD na minha estante. 

Brincando na floresta

Essa.brincadeira durou pouco porque ao que parece a floresta não é o lugar favorito da Mimi. Mesmo assim ela foi de tênis, chapéu e bolsinha catar pedrinhas e florzinhas. 

Brinquedos na Ikea

Com quase 2 aninhos a Mimi avistou a área infantil na Ikea de longe. É inexplicável a sensação maravilhosa de ver um bebê se tornar uma criancinha. Agora começam a aparecer as memórias que ela não vai esquecer nunca nunca. 

Brinquedos no parquinho

Não temos praia, mas temos um parquinho e na hora de brincar com o baldinho, a diversão da Mimi é quase a mesma.


28.5.26

Nice and easy

Filmes franceses são os melhores. Imagine um filme sobre um rapaz que (no melhor estilo brasileiro de se dizer) não quer nada com a vida. Parece a ideia mais sem graça de todas, mas o filme é excelente! Os personagens são cheios de camadas, os diálogos são inteligentes e engraçados, os cenários em Paris são lindos e a história é moderna sem ser datada. Americanos não conseguiriam. Em alguns momentos me os diálogos e a narração me lembram Amélie Poulain! E no momento em que o protagonista finalmente tem uma transformação de vida, toca aquela música do The Shins. aaaaaaaaa sensacional!!

Sorte seria eu ter esse DVD na minha estante.

p.s.: assisti esse filme dias depois de fazer um parto induzido e me aparece um diálogo no meio do filme:

"Why did you smile when Delphine said the birth was induced? 

That expression makes me laugh. I imagine the woman lying on the table, legs spread, exhausted... The gynecologist comes in, squats between her thighs and starts inducing... "Come on, kiddo, I have some candy... Hey, show me you're a man. Be a good boy now, your poor mom's getting tired."


27.5.26

The Secret Garden

Essa não é a resenha desse livro. É um breve comentário sobre o fato de que existem pessoas (eu) que não são boas de imaginação. O filme do Jardim Secreto sempre foi um dos meus favoritos, por isso comprei o livro. Mas minha péssima imaginação me impediu de aproveitar a leitura. Na minha opinião, o filme é muito melhor do que o livro. Talvez por ser uma história infantil, as descrições e os diálogos não têm metade da magia e mistério que o filme tem.

Um único detalhe que no livro é mais interessante, é a presença da mãe da empregada que cuida da Mary. Mesmo aparecendo muito pouco, fiquei muito inspirada com o jeito amável, cuidadoso e forte dessa mulher que se preocupa com o bem-estar de uma criança que nem é sua, mesmo tendo doze filhos.

Enfim. Essa fofura de livro vai ficar na minha estante, mas acabei abandonando. Ele me fez perceber que se o livro não é pesado em sentimentos ou se é cheio de descrições de cenários, eu não vou gostar de ler. 

13.5.26

The Only Living Boy in NY

Esse filme conta a história do Thomas, um rapaz novaiorquino de vinte e poucos anos que primeiro descobre que sua namorada não gosta dele tanto assim, vai se mudar, e deixá-lo sem rumo. Depois, ele descobre que o pai dele está tendo um caso com uma mulher belíssima; pensando em como sua mãe ficaria devastada, ele tenta separar os dois, mas acaba ficando com a amante do pai. Por fim, ele descobre que na verdade o marido da mãe não é seu pai biológico; seu pai, na verdade, é um escritor mais velho e cheio de sabedorias que ele conheceu por acaso. 

Até a parte que ele descobre a verdade sobre seu pai, eu achei o filme legalzinho. Esse é o mesmo diretor de 500 dias com ela e o filme é cheio de músicas legais e cenas lindas em Nova York. É legal de assistir. Mas depois que ele descobre que seu novo amigo - que mais parecia um rico fracassado e sem rumo - é seu pai, a história ficou lindíssima. Eu amo dramas familiares.

O pai adotivo fica em frangalhos, com raiva e … sei lá, chocado… quando descobre que o filho dormiu com sua amante, a mulher que ele amava. Naquele momento, parecia que ele ia bater no filho ou fazer uma loucura, mas ele segura ele pelo rosto, engole sua raiva e parece deixar o amor que ele sente pelo filho lhe conter. É uma cena caótica, mas é super bonita. No fim, o filho reconhece e demonstra seu amor pelo seu pai adotivo se tratando a ele como o “pai que não foi embora”. QUE. LINDO!

O pai biológico se revela, conta toda história (maluca) de como fez uma “doação” de esperma de um jeito meio inusitado e esquisito - bem no estilo novaiorquino. E conta como passou a vida inteira observando o filho de longe, vendo-o crescer. O filho sorri, identifica algumas características suas que certamente vieram do pai (um escritor talentoso), e o abraça; daí o pai cai em lágrimas. E eu quase chorei também, imaginando que naquelas lágrimas havia saudade e ressentimento por nunca ter podido ver o filho crescer de perto, por nunca ter cuidado dele, por nunca ter estado perto em momentos difíceis e felizes… Por ter perdido aqueles anos preciosos da vida do filho. QUE. LINDO!

A mãe, interpretada pela Cynthia Nixon, aparece pouco, mas tem muitas camadas. Ela teve uma infância difícil e tenta o máximo possível proteger a família estruturada que tem, mesmo que isso signifique viver com esse segredo e longe do homem que ela ama de verdade. Também achei interessante que o filho não apenas respeita a mãe, como a protege e admira. Isso é raro de se ver em filmes norte-americanos, em que os pais são vistos como palhaços bobos, isso quando aparecem.

A trilha sonora é bem legal, acho que é um dos fortes desse diretor. Tem bastante jazz, bem no estilo de Nova York - o que me deixou intrigada… Esse filme poderia muito bem ter sido feito pelo Woody Allen.

  • La Paloma Azul · Dave Brubeck
  • Blues Run the Game · Simon & Garfunkel
  • Peace Piece · Bill Evans Trio
  • Maiden Voyage · Herbie Hancock
  • Oysters · Benji Hughes
  • The Only Living Boy in New York · Simon & Garfunkel

Assisti no Prime com a tia Rute (mas ela não assistiu de verdade porque tava em inglês). Encontrei primeiro nas recomendações do Prime, mas só decidi assistir quando vi quem era o diretor. Não é um super favorito, mas eu gostaria de ter na minha estante de dramas familiares. 

Treasure hunting

Enquanto minha bebê não nasce, ganhei de "presente" umas horinhas no brechó pra olhar tudo com calma. Tinha dois livros que eu sempre vejo lá e queria ter levado, mas acabei não encontrando (The girl with a dragon tatoo e The Master of the Game do Sidney Sheldon). Por outro lado, encontrei alguns livros infantis muito fofos e até um em português!


I love you through and through, ilustrado pela Caroline Jayne Church deve ser um clássico que tem em todas as livrarias e até na farmácia (que vende alguns livrinhos pra presentear).

The Zoo (1974), de Pam Adams. Acabei de conhecer essa ilustradora britânica e - help - que livrinhos lindos!


Como não comprar um livro com vários sapatos lindinhos dos anos 90?

Apesar da história estar em inglês, achei legal levar esse livro sobre a páscoa por causa das ilustrações e por causa da pequena Miriam de cabelos cacheados!


Achei um livro em português! E com janelinhas!

Esse é um daqueles álbuns de bebê que você vai preenchendo com a história do bebê - que eu achava a maior bobagem, mas que hoje eu acho fofo.

Também encontrei alguns DVDs muito legais de filmes que a gente tem na nossa lista de favoritos. Só por isso já valeu a pena. 

Pra terminar, comprei esse aparato curioso de tirar melequinha do nariz (que como imaginei, irritou a Mimi mais do que ajudou). E, uma capa de trocador com um design antigo de gatinho que não vende mais na Ikea. 

la maison

De dia das mães eu ganhei um super relógio high-tech que me ajuda o dia todo, mas no domingo eu aproveitei pra passar na livraria e comprar mais um presentinho: um livro de decoração francês que vi no Blog do Math. Acho que foi a primeira vez que paguei o preço cheio em um livro de decoração. É um livro lindíssimo com ideias pra casas que têm crianças e muitas coleções.



Tem uma citação do Murakami!
"What we call the present is given shape by an accumulation of the past"

"Our homes should make us feel good, reassured and soothed, providing a break from our frentic lives"

A autora e decoradora do livro, Zoé de las Cases, é uma designer que ficou famosa por fazer aqueles famosos livros de colorir pra adultos. Eu poderia passar horas navegando pelos arquivos do site dela!

12.5.26

O Diabo Veste Prada 2

Assisti no cinema com as meninas do pequeno grupo e se não fosse pelo rolê com as amigas, não teria desperdiçado meu dinheiro. Será que tenho paciência pra escrever tudo o que não gostei nesse filme? Vou ser breve… Não existe nenhum drama com o qual a gente consiga se conectar, nenhuma história humana possível que nos faça refletir sobre algo. Só uma série de statements sobre a situação atual do mercado editorial, política e empresarial nos US. Chato. A Miranda não é uma mulher poderosa e inteligente, ela é até meio boba, sem profundidade e tolhida pelo politicamente correto. Chato. A Andy não parece ter aprendido nada com a Miranda; talvez esteja um pouco mais confiante, mas ela é mais uma personagem rasa. Só que agora ela compra roupas na Winners. Ah… E o par romântico dela saiu de Patrick Jane pra um cara velho e horroroso, fraco, fraquíssimo. O filme praticamente não tem trilha sonora, diferente do primeiro que tinha músicas sensacionais. Acho que eles gastaram todo o budget pra tocar Vogue e incluir a Lady Gaga. Chato de novo. 
 Pra não dizer que não gostei de nada… É legal uma cena em que a Andy escreve seu primeiro artigo e a Miranda pergunta se ela realmente acha que alguém vai ler tudo aquilo enquanto faz xixi no banheiro. Infelizmente, esse é o tempo que vivemos. 
Esse é o problema da Meryl Streep. A gente gosta de ver ela atuando, mesmo que ela faça vários filmes sem graça.

11.5.26

500 Dias com Ela

Reassisti esse filme no Tubi, porque vi que tava disponível e eu queria ver algo leve. Também queria dar minha própria opinião, agora que tenho 30.

Eu gosto desse filme. Gosto da trilha sonora, do figurino da Summer, dos diferentes estilos de filmagem, da narração, das cenas alegres, do sentimento de que tá tudo certo no resto do mundo inteiro. É esse tipo de filme, que te faz relaxar e não pensar em todos os problemas que existem no universo. Eu gosto, essa era a atmosfera da minha adolescência, quando esse filme foi lançado.

Agora sobre o romance. Primeiro eu achei interessante ver uma mulher tratar um rapaz do mesmo jeito desinteressado que os homens costumam tratar as mulheres. Sim, eu gosto muito de você e quero aproveitar ao máximo nosso tempo juntos, mas eu não gosto de você de verdade a ponto de querer algum compromisso. Humilhante. É uma pena que o protagonista não tenha um momento de redenção de verdade, porque até o finalzinho tá na cara que ele voltaria pra Summer se ela quisesse curtir a vida com ele de novo.

É uma pena que o filme foca tanto no rapaz e na loucura dele, e fala tão pouco da Summer que, confesso, é apaixonante.

10.5.26

Famoso

O almoço de dia das mães hoje foi no Famoso, um restaurante italiano próximo de casa que faz pizzas no forno a lenha. Acredite, isso é algo raro por aqui e deixa a pizza muito mais gostosa. Pedimos uma Margherita e uma de Pepperoni que estavam sensacionais. De entrada a gente comeu uma salada caprese (alface manjericão, queijo e tomate) que poderia ter sido melhor apresentada, mas estava gostosa demais pra gente achar algum defeito. De sobremesa a gente comeu uma pizza de Nutella, já que o Famoso é o único lugar que a gente sabe que faz pizza doce - ao que parece, os norte-americanos acham isso absurdo.  A gente saiu de lá com vontade de voltar periodicamente e experimentar todas as pizzas diferentonas do cardápio. 

Perto de irmos embora, apareceu um senhor dando "oi" pra Mimi e acabamos conversando porque ele era italiano. Bom, pelo menos ele se considerava, porque nasceu aqui, mas durante a infância e adolescência viajava bastante pra Itália e isso foi crucial pra ele se identificar com sua cultura e família de origem. ele parecia o Woody Allen, só que bem mais simpático e alegre. Foi bem legal saber que a gente escolheu um restaurante italiano onde os italianos gostam de ir. Ah! E como todo pai de filhos com vinte e poucos anos, ele não deixou a gente sair sem dar o conselho de aproveitarmos a fase em que a Mimi está, porque logo passa.

9.5.26

Os Beatles

Teve uma época em Fortaleza (ou no Brasil?) em que toda cafeteria e restaurante cult-bacaninha tocava as músicas do Caetano Veloso, mais especificamente dos anos 70. Junto de Novos Baianos e outras preciosidades da MPB. Eu achava ótimo! Casou super bem com meus últimos anos na escola em que eu era fissurada por MPB e já não me limitava a ouvir música norte-americana, graças a Renata.

Lembrei disso hoje porque de uns dias pra cá tenho ouvido bastante The Beatles. Um pouco porque assistir Ab Fab me deixou curiosa sobre a Inglaterra e um pouco porque o Caetano Veloso, nos anos 70, fez a versão de três músicas deles que eu fiquei viciada. E recomendo!

Tem também outra que eu gosto por causa do Murakami, e mais uma que eu gosto porque a Rita Lee tinha uma versão dela. E outra que eu conheci através da Alix Bancourt e é totalmente viciante. 

Acho que ainda não dá pra dizer que eu gosto dos Beatles, mas com certeza essas músicas viraram músicas-conforto pra mim.

8.5.26

Dias especiais

Esse vai ser meu segundo (ou terceiro?) dia das mães e um muito especial. Meu due date é 11 de Maio, o dia das mães é dia 10. Imagina se minha filha nasce no dia das mães, que nem a Vivi! Fiz esse calendário rápido pra ficar na geladeira e achei interessante que o mês inteiro precisa estar vazio pra quando a mocinha chegar.
E agora que minha filhinha vai pra creche, ela trouxe os primeiros presentinhos de dia das mães. Mais uma preciosidade pra minha caixa de tesouros.

7.5.26

Nada especial

Esse post sem motivo e meio sem graça é só pra me lembrar que eu queria muito tirar mais fotos de coisas comuns, bonitas, divertidas e legais do meu dia-a-dia e postar no blog, sem muitas pretensões. Tipo esse momento, enquanto espero o Arthur vir me buscar, lendo um livro. Na verdade, esperando minha bebê número dois estar pronta pra nascer. Como não ser especial? 

18.4.26

Jantinha

Talvez não haja nenhum sentido em postar algo banal assim. Mas sei que vou olhar pra isso um dia e morrer de saudade. Hoje a gente foi no mercado 17:30. Ou melhor, 18:30. Já algumas semanas a Mini já estaria dormindo, o horário mais tarde pra sair de casa com ela era 16:00. Mas ela ficou bem durante todo tempo que ficamos no mercado; ainda mais paciente porque eu esqueci a lista e fiquei indo e vindo nos corredores. Achei uma sopinha pra ela jantar e ela não queria muito, até porque já eram 19:30 e ela tava caindo de sono. Tive a ideia de desenhar a mãozinha dela no papel que fiz a lista do mercado e ela ficou distraída e foi comendo. Depois, ela mesma quis desenhar a própria mão e se riscou toda. Mas comeu tudo. Sério, ver um ser-humaninho crescendo bem diante dos seus olhos é um deslumbre que Deus nos agraciou. 


Kewpie

Aproveitamos a promoção e finalmente compramos a maionese do bebê, o hype da culinária japonesa. Tem gosto de ovo. Salgada com glutamato monossódico. Provavelmente tenho o paladar estragado por tantos anos comendo Hellmann's, mas não gostei dessa maionese fofa. 


Tudo o que a gente vive enquanto olhamos pras telas

Essa semana a Jéssica compartilhou comigo um reels em que duas amigas conversavam sobre o fim da sua amizade e como elas sentiam falta uma da outra. Isso me lembrou de uma das coisas que mais lembro do tempo que a gente era amiga: os livros que ela me emprestava e os filmes que a gente assistia juntas. Seria legal ter escrito essa fase da minha vida em um diário e todos os dramas daquele tempo, mas uma coisa que eu realmente deveria ter feito era comentar sobre os filmes que a gente via e os livros que líamos. Gostaria de lembrar a história, da minha experiência, do que aprendi, meus comentários… Parece inútil, mas não custava nada fazer um simples comentário. Certamente os vídeos da Tatiana Feltrin têm me influenciado a pensar nisso, porque tenho gostado muito de ver os vídeos antigos em que ela comentava sobre os livros que tinha lido.

E ainda pensando naquilo que o pessoal de comunicações falou sobre as postagens que criam, escrever esse tipo de coisa é contar uma história. Minha história certamente não interessa muitas pessoas além de mim e daqueles que estão perto. Na verdade, imagino que nem o Arthur, minha mãe ou minhas filhas se interessem por saber qual foi o último filme que eu assisti. Mas isso interessa pra mim. Me interesso pela história do universo, da humanidade, do meu país, da minha comunidade, da minha família, dos meus parentes, dos meus amigos, até de alguns desconhecidos… É evidente que minha história me interessa.

16.4.26

A story to be told

Essa semana teve um evento no trabalho em que o departamento de comunicações foi explicar o que eles faziam e apresentar o departamento. Diferente de um departamento de marketing, talvez, o departamento de comunicações não tem o objetivo de vender mais (apesar de isso estar implícito). O objetivo deles é contar a história da faculdade. Por isso eles cobrem todos os eventos, datas especiais e conquistas dos alunos. De repente, uma série de posts e materiais que eu achava totalmente sem graça ganharam um significado especial.

Pensei inclusive nesse blog, em como ele é um espaço pra eu ir contando minha história. Junto com meu diário.

11.4.26

Falando de livros

Há alguns dias conheci o canal da Tatiana Feltrin e de início eu não achei legal, mas de repente, não mais que de repente, eu virei a maior fã. Hoje é o meu "canal conforto", que assisto sempre, porque acho a Tatiana uma mulher muito elegante, inteligente e inspiradora. Comecei a ver algumas resenhas de livros que tenho em casa, mas não tinha começado a ler, e fiquei super empolgada pra ler esses livros! Um dos comentários no canal dela, inclusive, traduz muito bem esse sentimento: que ler é algo um pouco solitário, e quando vemos alguém comentando sobre algo que lemos é como formar uma conexão especial com alguém distante. É como conversar com alguém que também foi num "universo" que só existe naquele livro.

Eu já acompanhava outros booktubers: a Ariel Bissett, o Bruno Neute, a Melina Souza e a Bruna e Livros (por dica da Lana). Mas a Tati foi a primeira que me fez de fato pegar um livro e ler de verdade.

Até agora, comecei a ler Os Irmãos Karamazov, O Jardim Secreto e o projeto de leitura literária da Bíblia (vamos ver como me saio). E recentemente, vasculhando uma estante de livros que tem no meu trabalho, encontrei A Tale of Love and Darkness, vi que ela recomendou e comecei a ler também.

Em um dos vídeos ela menciona um canal de outra booktuber-mamãe que ela acha legal e acompanhou durante a gravidez, o canal da Vivian Sipriano, e fui ver (já que tudo que ela recomenda atiça minha curiosidade). Essa moça tem um vídeo mostrando os livros de maternidade que leu enquanto estava grávida e no início do vídeo ela fala que como gosta muito de livros, é natural que ela sempre recorra aos livros quando quer aprender algo. Sei que parece bobo, mas me senti muito "compreendida" quando ouvi isso, porque achava que ler livros era coisa do passado, ainda mais agora que temos AI. Sim, AI é super útil, mas eu AMO os livros e de pensar que uma editora inteira trabalhou pra produzir um material que fosse útil e interessante.

Um problema que eu enfrento é que apesar de amar livros, bibliotecas, livrarias, estantes e booktubers, eu gasto pouquíssimo tempo lendo de fato. Minha vó sempre fala que todo mundo deveria ter um hobbie (o dela é cuidar de plantas) e eu torço pra que agora, aos 30, eu finalmente dedique tempo a isso de verdade. Que os booktubers me ajudem!

28.3.26

Secret Style Icon: Ana Strumpf com blusas de banda

Ela pode estar em casa de jeans, trabalhando em suas criações. Ou ela pode ir num rolê de All-Star e batom vermelho. Sempre chic.

24.3.26

Secret style icon: Mallu na versão mamãe

Vestido com bordados de flor, sapato vermelho, bolsa de crochê vermelha. E uma menininha de vestido, tênis e cabelo cacheado no colo da mamis. aaaaaaaaa

Uma rotina mais simples

Project Pan é um desafio que algumas pessoas começaram a fazer pra usar todos os seus produtos de higiene e beleza até o final, até não sobrar nadica. Achei a ideia super legal, especialmente porque tenho a teoria que pro ser-humano normal, o que faz a diferença na pele não é apenas a qualidade dos produtos em si, mas usá-los com constância.

Entrei no desafio pra cuidar da minha aparência, tirar a bagunça da casa e evitar o desperdício. Mas tenho que admitir, não tem sido divertido como imaginei. Até agora, de todos os produtos que usei até o fim, não teve um que eu quisesse comprar de novo. Já se foram hidratantes de cabelo, shampoos e condicionadores, sabonetes, hidratantes de pele, hidratantes de mão, cremes de pentear... Nenhum dos quais sinto falta.

O produto mais recente a acabar foi uma Bath Bomb. Enquanto estava de molho na banheira, me dei conta que nem gosto de banho de banheira e que o trabalho que ia dar pra limpar a banheira depois tirou toda a graça do spa feito em casa. 

Achei que era só comigo, mas esses dias vi um vídeo em que a moça reclamava da mesma coisa, dizendo que ela não vê a hora de terminar os produtos e ter uma rotina de cuidado simples. Somos assim, alguém nos mostra um creminho cheiroso e dizemos que nem louca "tome todo meu dinheiro!" na expectativa de que aquele creme para os pés vai mudar nossa vida, quando na verdade na hora de dormir a gente só desmaia na cama. Quem lembra de tantos creminhos? Bem, eu não lembro.

14.3.26

Segunda leva de presentinhos baratos

Esse blog parece um repositório dos meus delírios de consumo, mas eu acho que minha vida não gira em torno disso. Espero. Hoje eu comprei mais alguns presentinhos de até $15 e quis compartilhar aqui pra eu ter de recordção. Sei lá, acho legal lembrar o que a gente deu de presente pras pessoas queridas. 

Pro Dani, que vai fazer 5 anos, comprei esse relógio digital de dinossauro que eu tenho quase certeza que toda criança gosta. Pra Laura, a bebê que vai nascer perto da minha, esse kit de cortadores de unha (tava na lista de presentes). Pra Vivian e pra Sophia, duas bebês que estão pra chegar, comprei a mesma coisa (porque foi uma das coisas que mais gostei de ganhar no meu Chá de bebê): toalhinhas de banho fofas.

10.3.26

um sutil sinal da velhice

não tenho a menor paciência pra ouvir um cd inteiro pra saber se gosto de alguma música. nem um filme, ou livro.

2.3.26

Às vezes a gente ouve reggae

A gente tem um colega que sempre que neva muito por aqui, ele posta uma foto da sua rua tocando Jamming, do Bob Marley ao fundo. De repente essas músicas, que alguns carinhosamente chamam de música de lombra, me trazem memórias da praia de Fortaleza, que eu tenho tanta saudade. Sim, também me trazem memórias dos noia que ouvem elas em Fortaleza. Mas na condição que eu to, inclusive agora escrevendo isso, em que fazem -4, o que me lembrar da praia me alegra. Além disso, a gente tem um livro sobre bebês super engraçado (mas muito útil!) que diz que bebês gostam de ser balançados num ritmo suave e constante que parece muito com reggae. Quando a Mimi nasceu, Buffalo Soldier ficou entre as mais tocadas no nosso Spotify. Acalmava mais o papai e a mamãe do que ela, mas um dia quando a gente estiver dirigindo pra praia e essa música tocar no carro talvez (enfim) ela fique bem relax. Por isso, essa playlist.

♫ ♪ You can get it if you really want 

  1. You Can Get It If You Really Want - Jimmy Cliff
  2. The Harder They Come - Jimmy Cliff
  3. Wonderful World, Beautiful People... - Jimmy Cliff
  4. Could You Be Loved - Bob Marley
  5. Is This Love - Bob Marley
  6. Jamming - Bob Marley
  7. One love - Bob Marley
  8. Buffalo Soldier - Bob Marley 
  9. Waiting in vain - Bob Marley

No passado eu era mais intencional com minhas playlists e fazia algo mais diversificado, mas (pra variar) to sem paciência.

Brinde de nenén

Um dia antes dessa caixinha chegar, eu falei pro Arthur indignada: que boba, me inscrevi pra ganhar um brinde da Huggies e eles só ficam me mandando newsletter agora; nada do presente. Pois bem, o brinde chegou e eu fiquei tão feliz por ter mordido a língua! Achei a coisa mais fofa rever uma fraldinha tão mini e esse design de coisas de bebê.


Miniso parte II

Mais uma consulta de pré-natal, mais uma voltinha na Miniso. Será que vai virar uma tradição? Dessa vez comprei essa escovinha lindíssima pras meninas, que a Miriam roeu no caminho pra casa; e um protetor de assento, que não tirei foto mas tem um design fofo como tudo que vende na Miniso. Também passei na Treehouse of Toys (uma loja coreana) que tá fechando (pra reforma apenas, espero) e percebi que cheguei tarde na festa. A loja toda estava com 40% de desconto e eu só restou essas canetinhas fofas na sessão de papelaria. 

12.2.26

Favoritos de Janeiro

Não tenho a expectativa de fazer posts mensais sobre isso, só quero dar uma atenção especial aos itens que mais usei e gostei nesse mês de Janeiro que quase não teve fim. Além dos meus fones. 

Pra começar, minha agendinha que comprei no Temu e tem me servido perfeitamente! Com exceção da agenda de 2022 que também foi excelente, todo ano eu começava a usar uma agenda e me frustrava por ela ter recursos que não precisava e pouca flexibilidade. Esse ano decidi gastar pouco e ver se me adaptava e até agora tá sendo um sucesso!


Além de linda e colorida, as páginas são bem padrão, com bastante espaço pra adaptação graças a algumas folhas de anotações ao longo da agenda.


Tenho usado pra acompanhar aniversários de pessoas que preciso comprar presente (todos os outros ficam no Google Agenda); acompanhar as semanas de gravidez e os "mesversários" da Miriam; acompanhar compromissos importantes (mas só por garantia também anoto no Google Agenda); metas do mês; lista de lugares legais que fomos; acompanhar gastos do mercado e restaurantes; acompanhar horários do trabalho; acompanhar salário, despesas e valores do cartão de crédito; Anotar um orçamento simples; anotar lista de gastos do mês... Tudo o que normalmente eu não me organizo tanto pra acompanhar, mas deveria.





Entre uma série de outras informações que estou cansada de esquecer. Sinto que pela primeira vez uma agenda realmente está me ajudando a acompanhar o tempo. Acredito que vou conseguir mantê-la até o fim do ano, e se eu conseguir, uau! Vou me sentir uma CEO com minha própria secretária!