31.8.26
Spaghetti a la sarde
27.8.26
Cinema na rua
O verão está chegando ao fim e pra aproveitar as últimas noites de sol e calor - já que só escurece perto de 9 da noite - a associação do bairro passou o filme Sing no campinho aqui perto. Lotou! Tinha até Food Truck, que eu não via a muito tempo. Era tanta gente que quando fui comprar churros já tinha acabado.
Confesso que mal vi o filme. Estávamos conversando, vendo as meninas brincar com a Sarinha e a miglis da Mimi dando pipoca na boca dela. Só prestei atenção no filme quando ouvi Flashing Lights do Kanye West tocando. Num filme intantil? Pois taí, por essa não esperava.
Como se já soubesse que o filme ia terminar, a Mimi pediu pra eu me levantar, segurou minha mão e me levou pra dar uma voltinha. Às vezes acho que é ela quem cuida de mim.
quem viu, viu
aconteceram tantas coisas especiais hoje, e a mais legal delas foi ver a Sarinha (que tem três meses) dando gargalhadinhas enquanto a Mimi brincava com água na varanda. A gente tentou gravar, mas ela ficou séria enquanto o Arthur segurava a câmera.
quem viu, viu.
como vai a vida de dona de casa?
uma amiga perguntou isso recentemente e eu ainda não respondi porque não sabia bem o que dizer. Até que no almoço de hoje eu me dei conta. A vida de mãe e dona de casa é um delírio.
Querendo ser responsável e saudável, comprei arroz integral pra gente almoçar, mas ele acabou sendo esquecido no fundo do armário. E isso me chateia demais, porque não gosto de desperdiçar. Decidi fazer hoje pro almoço o dito arroz integral, junto com uma costela meio-pronta que minha sogra tinha deixado aqui. Certa de que minha filha ia odiar, temperei com Knorr de galinha que sempre salva qualquer prato sem graça. Ora ora... O arroz saiu empapado e eu já previ o desastre... Ninguém ia querer, e eu teria que comer tudo sozinha pra não desperdiçar.
Para minha IMENSA surpresa, a Mimi adorou o arroz e comeu aos montes. Esqueceu até do queijo que tinha pedido. O Arthur achou que era risoto e se deleitou comendo "risoto" saudável com costela, raspou a vasilha e tudo.
Snack hunter
Guarde seus favoritos
Guarde aqueles textos que você leu um dia na internet e mudou sua forma de pensar. Porque pode ser que o autor desse texto mude completamente e decida apagar esse post ou vídeo que foi tão importante pra você.
Digo isso chateada porque a Cris Guerra agora se chama Cris Paz e apagou dois vídeos sensacionais sobre roupas e outro sobre ter muitas coisas que me marcaram demais um tempo atrás. Como eu queria rever esse vídeo agora, pra me motivar no meio da bagunça que tá aqui em casa.
26.8.26
reblog: o que essa criança tem?
reblogando esse post fofo que vi no Instagram e me deixou pensando como as minhas mocinhas me ensinam a desacelerar, parar de correr atrás do que é material, e aproveitar o momento presente tão precioso.
Essa criança não para quieta. O que ela tem?
4 anos.
Essa criança mexe em TUDO. O que ela tem?
Curiosidade.
É só ouvir um "não" que começa o drama. O que essa criança tem?
2 anos.
Essa criança demora uma eternidade para colocar o sapato. O que ela tem?
Tempo.
Essa criança quer colo no meio do passeio. O que ela tem?
Pernas pequenas.
Essa criança brincou o dia inteiro e agora está chorando por qualquer coisa. O que ela tem?
Cansaço.
Essa criança sempre chora para ir embora. O que ela tem?
Vontade de ficar.
Por que essa criança quer ouvir a MESMA história toda noite?
Previsibilidade. Não acha bom também?
Às vezes, o que incomoda o adulto é justamente o que faz parte de ser criança. A infância também precisa de espaço para ser vivida.
all-purpose
Acabou que eu nem fui e fiz o meu próprio produto com detergente, água e umas gotinhas de óleo de hortelã. Ficou maravilhoso! É o melhor produto de todos os tempos. Dá pra limpar praticamente tudo e o cheiro é perfeito!
O Arthur me perguntou como eu fiz e eu falei que tinha diluído um pouco de pasta de dente. Ele ficou indignado, mas nada surpreso. A gente riu porque isso é provavelmente uma maluquice que eu faria. Olha que nem achei a ideia tão má.
25.8.26
psalms for babies
pela primeira vez cantei uma música pra Sarinha e ela abriu o sorrisão. Começo aqui minha lista de músicas que canto pra ti e pareces gostar. Começando por essa versão do Salmo 100 que minha tia Leila cantava na mocidade da igreja quando eu tinha uns cinco aninhos. É tipo uma joia de família.
Celebrai com júbilo ao Senhor
Todos os moradores da terra
Servi ao Senhor com alegria
E apresentai-vos a ele com cânticos
Sabei que o Senhor é bom
É bom demais
E eterna é a sua bondade
E a sua fidelidade
De geração a geração
menu
tanto tempo que eu passo quebrando a cabeça pra montar um cardápio nutritivo e gostoso aqui pra casa e a mocinha senta na mesa pedindo mingau pra almoçar. oh vida...
hoje teve arroz com carninha turbinada (junto um monte de legumes triturados no refogado) e ela amou. Especialmente depois que o Arthur misturou tudo e fez o aclamado "melexete do papai" pra ela.
As mamães perfeitas de plantão que me perdoem, mas era assim que a gente comia no Ceará, tudo bem juntinho.
24.8.26
Tempo de qualidade
Comecei a ler o livro das 5 linguagens do amor pra crianças e fui direto pro capítulo sobre "tempo de qualidade", que com certeza é a linguagem pela qual a Mimi mais se sente amada no momento. Tempo de qualidade é simples: um momento de atenção focada e individual, sem dividir com nada nem ninguém. É olhar nos olhos com carinho, é admirar; é desejar estar ali, com aquela pessoa. Mais ninguém, mais nada, em nenhum outro lugar. Que romântico! É a minha linguagem favorita.
Depois do cochilo dela fui direto me dedicar a ficar junto. Até chamei ela pra dobrar a roupa limpa comigo, porque o autor sugere no livro, mas ela se aborreceu. Ela gosta da atenção total, de saber que de verdade eu gosto de estar com ela, e deixo tudo de lado pra brincar de blocos com ela. Como eu quero que ela saiba que é amada... Se ela entendesse eu gritaria de uma montanha. Então do jeito que ela entende eu "falo", e brinco com ela.
23.8.26
reblog: "coisas a mais"
post de 2009 que a Ana Rute Cavaco compartilhou. republicando aqui porque vivendo num país onde o que se mais valoriza é o "poder de compra", preciso me lembrar de que coisas não deveriam ocupar tanto meu pensamento. Diferente da Ana Rute Cavaco, não acho que eu poderia ter escrito isso, mas bem que eu gostaria de ter essa sabedoria. Ah! está em português de Portugal.
"Quando eu era miúda raramente iamos almoçar fora. Tinha que ser uma ocasião especial. E como se comia bem em casa. O peixe era fresco, as ervilhas descascadas por nós, o doce de tomate feito pela minha avó, o feijão tinha que ficar de molho durante a noite, as tranças de alhos penduravam-se na despensa e a fruta era a da época, morangos no início do verão, laranjas no inverno e um melão que se guardava, suspenso para não apodrecer, de modo a estar no ponto no dia de Natal. As férias passavam-se cá dentro, durante muito tempo a fazer campismo e, depois, no apartamento da vovó Ana. Nunca fomos ao estrangeiro. Não havia férias na neve nem viagens ao Brasil. A primeira vez que andei de avião foi numa visita de estudo do liceu. Não havia centros comerciais a cada esquina nem lojas de pronto-a-vestir decentes. Mandávamos fazer roupa na costureira por altura dos aniversários e da Páscoa. As camisolas de lã eram tricotadas pelas avós. As blusas eram remendadas nos cotovelos. Cosíamos os buracos das meias. Mandávamos os sapatos ao sapateiro para pôr meias-solas e arranjar os saltos. Recebia roupa nova no Natal e herdava quase tudo da minha irmã. Herdava até os livros da escola que apagava, linha a linha, para depois poder resolver outra vez os exercícios. Não porque houvesse realmente necessidade disto mas porque havia um estilo de vida - uma ética - segundo o qual não devia haver desperdícios e se deveria poupar, reciclar, aproveitar. Gastar até ao fim. Tínhamos uma única televisão com dois canais. Um único telefone fixo. E quando surgiram os computadores lembro-me que durante muito tempo o Aníbal foi o único miúdo da terra a ter uma daquelas maravilhas (as tardes que passámos em casa dele a jogar pacman!). Vivíamos numa casa arrendada. Não tinhamos aspirador central nem música ambiente nem imaginávamos o que seria uma Bimby.
Éramos felizes? Éramos.
E sim, eu gosto do progresso e de ter televisão por cabo, eu já não sei se consigo viver sem telemóvel e não, não acho que antigamente é que era bom, nada disso, que bom que as pessoas agora têm dinheiro para gastar e podem passear e comer hamburgueres quando lhes apetece. Mas a mim parece-me que isto tudo aconteceu muito rapidamente. Sofregamente. Como se fôssemos novos-ricos. Deslumbrados com a possibilidade de poder passar um dia inteiro no Colombo e pagar tudo com cartões de crédito. De repente já não conseguimos passar sem a televisão de plasma xpto e somos [sou] alvo de chacota se ainda usamos a roupa da colecção anterior ou se não usamos as marcas que estão na moda. Desde quando é que se tornou natural comprar malas de 300 euros? Desde quando é que um i-pod é um bem essencial? A nossa vida, a vida da maioria das pessoas, pelo menos, baseia-se em coisas, coisas e mais coisas. Casas e relógios e automóveis. Coisas que se têm, que se compram, que se substituem.
Coisas a mais. E assusta-me pensar no preço que estamos e vamos pagar por isto. Em termos ambientais. Na formação das nossas crianças, habituadas a ter tudo, do bom, do melhor, agora, já. Nas crianças que trabalham na índia e noutros países para que nós possamos viver assim. Num mundo onde as pessoas são aquilo que têm - e quem tem nada é nada?"
22.8.26
Pimenta de cheiro
Agora de manhã me veio a lembrança do aroma da Pimenta de Cheiro que meu avô usava tanto pra temperar as comidas, mais especialmente as carnes de panela que eu tanto gosto.
Às vezes fico pensando em como construir boas memórias pras minhas filhas que talvez chegue ao exagero.
Num dia de semana, só eu e meu avô em casa (completamente bagunçada), ele preparando o almoço pra gente sem nenhuma técnica, enquanto assistia os programas policiais com as maiores bizarrices. Comia cada um vendo tv num cômodo diferente. Bem que eu queria que a gente sentasse junto à mesa pra almoçar conversando, que a casa estivesse um pouco menos bagunçada. Mas quando me vem o cheiro e a lembrança na mente, só o que eu lembro é do meu avô indo de um lado pro outro apressado fazendo um almoço delicioso pra gente. É isso me deixa feliz
19.8.26
Miffy
Para aplacar dias difíceis e as pequenas dificuldades leves e momentâneas da vida, acho que vestir uma blusa da Miffy e assar um bolo com brigadeiro e confeito colorido é a melhor coisa a se fazer.
16.8.26
Oh, mr. Sun!
Fazem dias que eu e o Arthur temos tentado melhorar nosso sono, ainda mais agora que a vida com as duas mocinhas se tornou mais exigente. Vez ou outra sofremos do mal de já acordar cansados. Num episódio recente do Diary of a CEO, uma médica explica como isso pode estar ligado a um desequilíbrio de vitamina D (Vitamin D Expert: The Supplement World Is Giving The WRONG Advice! | Dr Stasha Gominak). Vou tentar resumir as partes que achei mais interessantes.
Nosso corpo foi projetado para viver do lado de fora e estarmos expostos ao sol. Mas a partir dos anos 80 - quando foram criados o protetor solar, computadores, ar-condicionado - começamos a ficar muito mais tempo dentro de casa ou dos escritórios. E isso piorou depois do Covid, quando o home office se tornou comum. No vídeo ela explica bem as reações químicas que acontecem quando nos expomos ao sol, produzimos vitamina D e regulamos nosso sono. Ela ainda explica como os animais que hibernam conseguem fazer isso graças a produção de vitamina D durante o verão. Resumindo muito, viver tanto tempo dentro de casa diminuiu nossa produção de vitamina D e nosso cérebro parecer ter "desaprendido" a dormir. E no vídeo o entrevistador comenta como todas as noites nosso cérebro passa por uma limpeza quando a gente dorme bem. Se não dormimos bem, é como se um monte de "porcaria" fosse acumulando.
Como alguém que precisa cuidar da família, mas que já nasceu num mundo onde os humanos vivem em "cavernas", fiquei pensando como a gente pode ser mais intencional e sair mais de casa. De acordo com essa médica (que parece uma vovó sábia), tomar suplementos pode atrapalhar mais do que ajudar. A gente precisa sair de casa. Pegar sol (se proteger, claro), nem que seja sentando um pouquinho no alpendre. Precisamos abrir as janelas do carro (essa ideia é minha), dar a boa e velha voltinha no bairro. Ora ora, as senhoras fofoqueiras é que estavam certas.
Ela ainda explica no final que quando ficamos do lado de fora, mesmo que na sombra, uma reação química entre os raios de sol e nossa pele acontece que faz nossas células funcionarem, rearregando nossas baterias.
Parafraseando a famosa poeta Cindy Lauper, I wanna be the one who walks in the sun.
Double Zero
Infelizmente eu esqueci de novo de tirar foto do restaurante pra postar aqui, mas vou escrever assim mesmo porque foi um almoço que merece ser lembrado. Double Zero (uma referência ao tipo de farinha que os italianos usam) é um restaurante italiano que fica "escondido" na parte chic do shopping. Não tem muitas placas e a entrada é uma escadinha escura (carrinhos nem entram) e a decoração é opulenta. Imagine paredes escuras, detalhes dourados, esculturas grandes, mesas de madeira maciça... Um foto iria ser bem melhor. Anyway...
De entrada a Miriam comeu bolacha Maria. Brincadeira (pero no mucho). A entrada foi uma salada caprese de burrata, tomates, molho pesto e shalotas crocantes. A Miriam amou e a gente também. Nossos amigos comeram calamari de entrada e eu finalmente provei esse prato. Infelizmente não é meu tipo de peixe, achei a textura estranha demais pra um sabor nada marcante.
Eu comi um spaghetti com meatballs que estava bom, mas não era sensacional. Eles nem deram pão pra comer com o molho que ficou no prato. O Arthur comeu tagliatelle à bolognesa que estava bom, tinha até uma super ricota no topo, mas era bom, só isso. Macarronada é tão gostosa quando feita em casa, mas dificilmente eu acho um restaurante que supera a que a gente mesmo prepara.
O preço foi razoável. Quero voltar lá e experimentar uma massa mais interessante e julgar o tiramissu que nem a Rosinha Maio fez no último vlog dela.
A comida não foi extraordinária, mas gostei da experiência de fingir que sou do tipo que almoça em restaurantes chiques casualmente aos domingos.
15.8.26
Design Notes I
Tô na minha fase de fazer comentários sobre a decoração da casa dos outros. ha ha ha quem sou eu. Começando pela casa de uma senhora inglesa chamada Emma Burns que o YouTube me recomendou; fiquei curiosa pra saber se o algoritmo sabe bem do que eu gosto.
p.s.: eu poderia ter editado as fotos e recortado as bordas pretas, mas to trabalhando em modo de economia de energia.
1 - Hall de entrada. Achei linda a decoração da cômoda com um vaso bem grande, um quadro com moldura pomposa, espelhinho na parede e um bowl chique. Tudo nessa casa é muito chique, aliás. Também gostei que a escada é azul, o que me mostra que o estilo tradicional não é feito só de cores neutras. Azul também tem sua versão neutra e é lindo!
2 - Janelas. Mais um móvel com uma decoração linda! O quadro grande com moldura elegante, o abajur e a planta formam uma composição com uma proporção perfeita. Principalmente com o alinhamento perfeito das cortinas! A cadeira do canto cria um canto super confortável pra se estar. E as cestas na parte de baixo do móvel são um lugar bem bonito pra guardar coisas. O único lado negativo dessa decoração é que isso fica na cozinha! Ricos fazem as coisas mais malucas.
3 - Mais um console. Essa mulher parece ser expert em decorar cômodas e consoles, então faz sentido ela ter um em cada canto da casa. Amei demais esse com uma estante de livros!
4 - Pratinho de tomates. Um prato simples com tomates lindos. Um jeito muito bonito de se animar quando eu fizer as compras.
5 - Sofá de vovó. Esse canto da casa dela realmente lembra a casa da minha avó. O que gostei nesse ambiente foi a composição do sofá com o quadro e o abajur.
6 - Poltroninhas. Achei linda essa composição da poltrona, quadro, cesto do lado e mesinha de canto. O mais legal é como ela coloca a manta dobrada no encosto da cadeira e finaliza com uma almofada.
7 - Porta-retratos. Fotos da família são uma das decorações mais lindas e encantadoras. Molduras simples já tornam o local especial.
8 - Quarto. Tudo nesse quarto é harmônico, sem exageros, tem tudo o que ela precisa pra nanar bem. O abajur igual de cada lado e de base firme; os travesseiros rechonchudos e combinando; o vasinho de flores e os livros do lado da cama; a cabeceira simples; o pratinho de jóias e o porta-retrato do outro lado; a cômoda na frente da cama com uma cadeira do lado e o edredom mega confortável. Ah! E as estantes de livros pra arrematar e provar que a decoração mais legal são os livros. Isso me fez perceber que o quarto precisa de coisas resistentes, que não sejam wobbly ou frágeis, pra que você possa dormir relaxado de verdade.
9 - Banheiro - Ela fala no vídeo que esse ambiente recebeu muitos likes no Instagram, mas me parece meio "irreal", tipo um cenário e não um banheiro de verdade que vai ficar muito úmido. Mas um detalhe que eu achei legal foi o fato de ter um único produto na banheira, uma saboneteira branca com um sabonete amarelo. A mesma ideia na pia, que tem um vaso branco e um pratinho. Uma das coisas que mais me incomoda no banheiro são as embalagens de shampoos e sabonetes que não foram feitas pra decorar, mas pra vender. Sem contar que a simplicidade é um estilo de decoração que eu acho o máximo! (Simplicidade, minimalismo não).
10 - Sala de leitura. Livros são os melhores itens de decoração. No vídeo ela explica que aproveitou o espaço amplo e a altura do teto pra fazer um quarto de visitas e eu achei isso genial!
Notas para minha casa atual...
1 - Um quadro acima do móvel na minha sala ficaria bem legal, tipo os consoles lindos dela. Quem sabe uma montagem com o calendário da Maude Lewis!
2 - Ao invés de colocar as bananas numa fruteira aleatória, vou colocar numa pratinho bonito que encontrei no brechó.
3 - Dobrar as mantinhas no sofá que nem ela faz nas poltronas.
4 - Encher a mantlepiece de porta-retratos.
5 - Tirar aquela cadeira esquisita de bebê do meu quarto e colocar uma cadeira (ou mesmo um banquinho) no canto do quarto.
6 - Diminuir a quantidade exagerada de produtos feios do banheiro
7 - Colocar um vasinho simples com flores na bancada do banheiro.
12.8.26
O anjo de Elias veio me visitar
9.8.26
Esculturas free
Memo
"Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço coisa nova, que está saindo à luz; porventura, não o percebeis? Eis que porei um caminho no deserto e rios, no ermo"
Isaías 43:18-19
"Lembrai-vos disto e tende ânimo; tomai-o a sério, ó prevaricadores. Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade"
Isaías 46:8-10
Uglydolls
Além dos travesseiros combinandinhos e bonitnhos no sofá, aprendi com a Bel Lobo que o que falta na minha sala é uma pelúcia meio feia. Achei chic!
To revendo uns vídeos de tour de casas que salvei no Youtube e compartilhando aqui o que mais me chamou atenção em cada um. Na casa da Bel Lobo foi a Ugglydoll no sofá, o sofá com capa branca super aconchegante e a colcha de cama colorida.
Só um comentário que ninguém pediu... Sempre que vejo essas casas de rico fico intrigada com a quantidade de quadros. Parece que eles compram quadros só pra preencher as paredes, ao invés de encontrar espaço nas paredes para seus quadros favoritos, suas memórias. Nessa casa por exemplo tem quadros quase no teto. Nem uma galeria de arte seria tão aleatória. Me lembra de um episódio do Decora no gnt em que o decorador colocou um quadro na parede abaixo da janela. Sim, no chão, a coisa mais esquisita.
7.8.26
Dream garden
Tenho uma playlist esquecida no meu Youtube com os vídeos de casa que eu mais gosto. Revendo essa playlist esses dias, me deparei com essa casa muito doidona de ricos excêntricos que não tem nada que me interesse, a não ser um jardim (ou quintal) lindíssimo. Acho lindo quintal com árvore fazendo sombra, a grama verdinha e agradável, as paredes de madeira, os "bancos" de plantas nas laterais e a pequena área de estar com uma mesinha simples. E o mais fofo é a visão da casa, com porta e janelinha. Sei lá, vai que um dia eu fico rica suficiente pra construir minha própria casa... Esse quintal vai ser minha inspiração.
6.8.26
Lembretes fofos
Blogs e diários
Ontem eu fiz 31! Foi um dia comum, mas foi especial o sentimento de comemoração, a alegria de estar completando mais um ano e entrando nos 30-e-poucos. Se eu fosse um chip da Oi eu estaria expirando hoje.
Lembrei que fazem 16 anos desde que criei o blog e fiquei pensando no que aprendi sobre isso nesses anos. A principal aprendizagem foi: não apague seus posts. Tudo o que eu achava ridículo há alguns anos, hoje eu vejo com a admiração de quem mudou. Os gostos do passado que eu compartilhava no blog são o reflexo da época que eu estava vivendo e que hoje sinto saudade.
O blog é um diário prático, útil e acima de tudo divertido. A segunda aprendizagem é: escreva o que der vontade, ponha os pensamentos e as ideias pra fora. Não se importe com o público, com a qualidade dos textos, com o limite de palavras, com a formatação... Se divirta digitando, montando postagens, dividindo os parágrafos e as seções, escolhendo imagens. Por mais que algumas pessoas tenham criado blogs na expectativa de ganhar dinheiro ou notoriedade, a gente pode usar essa plataforma pra se divertir fingindo que somos editores de uma revista que só aborda o que a gente gosta, do jeito que a gente gosta. E se alguém não gostar? Essa pessoa pode fechar a página.
Antes de dormir, entrei no blog de uma senhora da minha igreja que escreve bastante sobre família. Inclusive ela já escreveu para várias revistas, sites, fez estudos em grupo, deu palestras... Mas é no blog onde ela mais gostava de escrever. Porque se divertia. Eu amei isso!!!!!!! Aqui vai um trecho dela falando sobre isso:
"Meu blog não deve ser meu diário. Diário eu também tenho. Nele posso desenvolver pensamentos enquanto escrevo e medito, e ninguém vai questionar meu raciocínio. Nele posso começar com uma atitude e terminar com outra, enquanto reflito com a Palavra de lado. Posso criticar ou questionar pessoas e situações, com detalhes e nomes. Não quero fazer isto aqui."
"Sei que ser resumido pode ser uma virtude mas como me alegro em não ter que ficar verificando se já ultrapassei “9000 caracteres sem espaço” para depois passar horas a fim tirando ou reformulando pensamentos e palavras para agradar editores exigentes nesta área. Agora poderei inserir longos parênteses, divagar, ruminar, recapitular, brincar…"
Diários são preciosos pra gente por pra fora nossos pensamentos mais malucos e entendê-los. Blogs são pra gente se divertir falando do que a gente gosta. Agora com 31 saquei isso. Espero que tenha pelo menos mais 31 me divertindo assim!



























