5.7.25

Argh! #2

Coisas bobas que me chateiam profundamente: fotos fora de ordem cronológica

Festinha é tudo de bom

Há um ano...

Eu assistia Xena, a princesa guerreira (dublado!), pra tentar dormir um pouco entre uma contração e outra... Eu ia pro hospital numa quinta ensolarada, parando pra tomar um café no meio do caminho, feliz porque naquele dia eu conheceria minha filhinha... E conheci!

Hoje ela já tem muitos apelidos, uma caixa cheia de roupinhas que já ficaram pequenas, muitos amigos, fotos e histórias divertidíssimas, duas perninhas que andam apressadas, um sorriso que me derrete toda. Quanta vida cabe em um aninho!

3.7.25

Canção de se dar

Amanheci o dia desanimada, sem saber o motivo. Mas é segunda, o dia oficial do "eu-vou-mudar-minha-vida", então eu precisava de algo que me trouxesse a empolgação que eu precisava. Coloquei Vencedores por Cristo pra tocar e tcharam! Não demorou alguns segundos e eu já estava cantarolando por aí.

♩ ♬ Vem agora! Dar a Cristo a vida... Du, du, du, du... Benção esquecida. Dê a vida ao salvador e receba o Seu amor ♪ ♫

As músicas que ouvi (e recomendo muito) foram: Cação de se dar (amo!), Cristo é realOlhai os Lírios e Volte à Vida. Toda são do álbum Se eu Fosse Conta, de 1973. Você acharia muito estranho se eu dissesse que lembro dos Beatles quando ouço esse álbum? Os instrumentos alegres, o ritmo animado, a empolgação, o "tchu-tchu-tchu"... Anima qualquer segunda preguiçosa.

Argh!

Coisas bobas que me chateiam profundamente: agendas com datas, que no fim do ano ficam repletas de páginas vazias.

Primeiro de tudo

Antes de tantas coisas que precisamos fazer, em primeiro lugar, dobre os joelhos.

Esse símbolo é suficiente, você saberá o que fazer. 

Se não puder se ajoelhar, junte as mãos. 

Se não puder, curve a cabeça, ou feche os olhos. 

Se não puder, olhe pro céu.

Lembre, à sua mente esquecida, a escolher a boa parte.

Essa não lhe será tirada.

2.7.25

Seja livre

Não tem um dia que eu não queira tirar uma foto, fazer um desenho, escrever um texto, assar um bolo... Criar alguma coisa! Quando eu era pequena era igual. Até que a falta de supervisão trouxe terríveis prejuízos a minha mãe. Mas até que ela não me reprimia.

Um dia, numa escola, estava fazendo uma atividade manual e me empolguei tanto que saí pintando o trabalho todo de bolinhas coloridas. Minha professora olhou indignada e perguntou da onde eu tirei aquela ideia nada a ver. Ela parecia tão chateada quanto minha mãe ficava quando eu pintava as roupas dela. Fiquei tão envergonhada que joguei meu desenho fora, arrasada.

De algum modo, parecia que dentro de mim eu era a mesma menina envergonhada. Quantas vezes, já com quase trinta anos, eu desfaço algo que gosto tanto com vergonha do que vão dizer. Quantas vezes esqueço da minha própria liberdade.

Livre pra criar o que eu tiver vontade, pra desenhar o que eu quiser, pra tirar fotos do jeito que eu sei sem me preocupar se elas precisam estar boas o bastante pra aparecer numa revista, pra testar uma receita que a gente vai comer e que não precisa agradar uma clientela, pra escrever textos num blog sem a pretensão de agradar uma audiência enorme... Pra me divertir desenhando bolinhas na minha roupa, sem medo de chatear ninguém.