17.1.25

Crafts

Minha caixinha de arts & crafts resiste. 


5.1.25

Japan living




Isso me lembrou tanto a tia Helena!

2.1.25

BK

Pra iniciar o ano, fomos almoçar no Burger King, um dos fast-foods que a gente mais gosta e que é super raro aqui na nossa cidade. Fomos com uma super expectativa de comer um mega whopper num restaurante que nos lembrasse da nossa época de ouro em 2012 passeando nos shoppings de Fortaleza. Infelizmente, não foi como imaginamos. O hambúrguer parecia ter sido feito por um funcionário que não estava feliz de trabalhar no primeiro feriado do ano, mas ainda gostoso. O local foi reformado e o estilo colorido foi substituído por um estilo moderno, minimalista e sem graça. O que salvou foi a música ambiente: um série de sucessos de 2012! Nosso almoço nostálgico foi salvo. Mas foi o suficiente, acho que esse será o primeiro e único BK do ano.

1.1.25

Roupinha nutritiva

ou, pijaminhas para mini foodies 

Feliz ano novo!


Uma das minhas resoluções de ano novo pra 2025 é escrever mais sobre o que vivi ao longo do ano. Enquanto eu fazia a retrospectiva de 2024, percebi que mal lembrava de várias coisas legais que fiz nesse ano. Foi olhando as fotos no celular que lembrei de dias especiais que se perderam no meio de datas mais memoráveis, como o nascimento da Mimi! Como fiquei feliz de relembrar desses dias comuns! A Rebeca falou que a mesma coisa aconteceu com ela, que só quando ela deu uma olhada nas fotos desse ano que ela relembrou de muitos dias preciosos. Eu costumo escrever diariamente sobre meu dia, meus sentimentos, meus dramas... Chega o fim da página e não sobra espaço pra falar do dia que comprei Kit Kats japoneses em Canmore, ou do último dia de verão que a gente passeou com a Mimi no bairro, ou da vez que a gente fez pizza caseira pela primeira vez. Por mais que às vezes eu questione a utilidade ou a importância de um blog, acredito que seja um lugar ótimo pra escrever sobre dias assim.

O primeiro dia especial desse ano foi a virada, que foi a mais inusitada de todas, pois eu estava com minha filhinha! Nossa igreja organizou um banquete - sério, era um banquete mesmo, tinha até queijo brie e cream cheese de damasco de entradinha, coisa fina. A maioria dos nossos amigos estavam lá, teve um louvor super animado, uma palavra sobre o amor de Deus que nunca muda, e uma comemoração na virada bem brasileira cheia de animação e abraços. E uma vaia cearense da minha parte. Foi tão legal! Fazia muitos anos que eu não celebrava o ano novo assim.

As músicas que a gente cantou foram: Because He Lives, Great Things do Phil Wickham, Holy Forever, Every Step do City Alight e This is Amazing Grace do Phil Wickham. O versículo que o pastor leu foi Romanos 8:28. As músicas e a palavra me fizeram lembrar de algo que o Darrow Miller falou: a ressureição de Jesus foi transformadora, porque tirava dos discípulos o medo da morte. O que quer que aconteça na vida de um cristão, jamais vai separá-lo do amor de Deus. A morte foi tragada em vitória! Que reflexão poderosa para começar o ano.

Pra terminar, fomos pra casa sob uma tempestade de neve forte e silenciosa. Curiosa pra saber o que essa cena de abertura diz sobre esse novo ano. Feliz ano novo!

10.12.24

Regresso ao amor

Assisti The Good House (2021) por causa do Kevin Kline e da locação na praia. Gostei do cenário, da trilha sonora, das referências a cultura moderna, das piadas, da Sigourney Weaver (não paro de repetir esse nove na minha cabeça)... Menos do filme. A quebra da quarta parede não é natural e os comentários que ela faz são até dispensáveis. Tirando a protagonista e dois velhinhos, o resto inteiro do elenco é super chato, desagradável e arrogante. A trilha sonora é ótima, mas são músicas muito "épicas" usadas em cenas com pouca emoção. Não diria que foi uma perda de tempo, porque a protagonista é muito legal e parece ser a única pessoa com os pés no chão, mesmo que todo mundo ao redor tente dizer que é a mais problemática. E o cenário... Ah o cenário! Uma das coisas que mais me encanta nos filmes é como o ambiente é decorado de um jeito que conta parte da história. Nesse filme então, eu só conseguia me imaginar morando numa daquelas casas lindas. Mas só imaginar, porque a vizinhança... Uó.

Sra. Henderson Apresenta

Domingo passado assisti Mrs Henderson Presents (2005), escolhi por causa da Judi Dench. Foi legal assistir sem ler a sinopse e ser surpreendida com o desenrolar da história. Fiquei empolgada por saber que era baseado em uma história real. Justamente por isso, me parecia tão impressionante algumas escolhas da Senhora Henderson, não dava pra acreditar que uma viúva da sociedade britânica compraria uma teatro ao invés de joias e que usaria uma das estratégias de marketing mais chocantes de todas. Apesar de suas decisões serem moralmente questionáveis, gostei de ver uma mulher forte, decidida, que não se amedronta com facilidade. Ao mesmo tempo, romântica e sonhadora. Quando a amiga sugere que ela escolha um hobbie como bordar ou participar de caridades pra passar o tempo, ela reage com o tédio de um mulher a frente do seu tempo. Talvez viver na Índia, em contato com uma realidade que não passa nem perto dos contos de fada, a tornou assim? A ideia do filme gira um pouco em torno disso, do por quê ela diferente das demais senhoras. Embora eu ache que na realidade, a morte do filho não teve nada a ver com o estilo do seu teatro, parece ter sido algo inventado pelo roteirista pra gente compreender suas escolhas. E que escolhas! O melhor do filme não é a Senhora Henderson, mas as peças teatrais. Que cenas lindas! Não gosto muito dos musicais mais modernos, mas depois de ver esse filme eu adoraria assistir um musical dos anos 30. A música, as cores, a dança... Realmente um espetáculo. Quando começa a guerra e o próprio teatro é bombardeado, fiquei um pouco chocada de imaginar quão cruel e dura era essa realidade. E como a arte trazia um brilho de alegria naqueles momentos de tanta tensão. Não é um filme favorito, mas gostei demais!