12.2.26

Favoritos de Janeiro

Não tenho a expectativa de fazer posts mensais sobre isso, só quero dar uma atenção especial aos itens que mais usei e gostei nesse mês de Janeiro que quase não teve fim. Além dos meus fones. 

Pra começar, minha agendinha que comprei no Temu e tem me servido perfeitamente! Com exceção da agenda de 2022 que também foi excelente, todo ano eu começava a usar uma agenda e me frustrava por ela ter recursos que não precisava e pouca flexibilidade. Esse ano decidi gastar pouco e ver se me adaptava e até agora tá sendo um sucesso!


Além de linda e colorida, as páginas são bem padrão, com bastante espaço pra adaptação graças a algumas folhas de anotações ao longo da agenda.


Tenho usado pra acompanhar aniversários de pessoas que preciso comprar presente (todos os outros ficam no Google Agenda); acompanhar as semanas de gravidez e os "mesversários" da Miriam; acompanhar compromissos importantes (mas só por garantia também anoto no Google Agenda); metas do mês; lista de lugares legais que fomos; acompanhar gastos do mercado e restaurantes; acompanhar horários do trabalho; acompanhar salário, despesas e valores do cartão de crédito; Anotar um orçamento simples; anotar lista de gastos do mês... Tudo o que normalmente eu não me organizo tanto pra acompanhar, mas deveria.





Entre uma série de outras informações que estou cansada de esquecer. Sinto que pela primeira vez uma agenda realmente está me ajudando a acompanhar o tempo. Acredito que vou conseguir mantê-la até o fim do ano, e se eu conseguir, uau! Vou me sentir uma CEO com minha própria secretária!

Miniso

Há anos eu sonhava em ir na MINISO por causa dos vlogs da Lia Camargo, que sempre ia lá e comprava coisas muito fofas, e agora tem uma loja no shooping aqui perto. Em Fortaleza a gente tem a MYNO (que eu sinto muita saudade) e aqui a gente tem a miniso, que é praticamente a mesma coisa. Uma loja cheia de coisas asiáticas lindas demais e baratas demais pra não comprar. Hoje consegui me controlar e comprei só três coisas, mas na verdade queria tudo.

Elásticos que parecem docinhos, pra fazer penteados na Mimi

A caixinha de clips mais fofa que existe!
Também comprei uns lencinhos do Monstros S.A e do Ursos Sem Curso pra deixar no carro. Não tenho foto ainda porque, justamente, eles ficaram no carro. Mas vou atualizar esse post com fotos em breve.

11.2.26

Cooking shows

Na cozinha aqui de casa tem uma assistente do google com tela que o Arthur ganhou num sorteio do trabalho, e pra mim ela é um dos "gadgets" mais imortantes da cozinha, porque fico assistindo "tv" enquanto cozinho. Isso me lembra muito minha infância, porque quase toda casa tinha uma tv ou ao menos um rádio na cozinha. Menos na casa da vó Mariza, pois ela mesma cantava os louvores enquanto cozinhava!

Nessa assistente nao dá pra ver tv de verdade, só vídeos do Youtube. Então ao longo do tempo acabei fazendo uma lista super seleta dos melhores programas de culinária pra assistir enquanto cozinho

Enjoy!

31.1.26

Meu terceiro Murakami

Essa semana eu terminei de ouvir ou áudiolivro do MurakamiWhat I Talk About When I Talk About Running (2007). Foi uma "leitura" cheia de altos e baixos, porque às vezes eu tinha aquele sentimento de surpresa alegre em ouvir os escritos de um autor que eu gosto tanto. E às vezes eu achava bem desinteressante toda a parte da corrida. Por isso eu escolhi ouvir ao invés de ler, porque eu não dou a mínima pra corrida, mas acho o Murakami sensacional. Então ao invés de ser uma leitura enfadonha, eu tinha a sensação de estar indo e voltando do trabalho conversando com um amigo que acho incrível. Mesmo sendo um livro sobre corrida, o Murakami tem uma percepção e sensibilidade pra vida que acho genial.

Me identifiquei muito quando ele disse que a corrida é um esporte que lhe cai bem porque qualquer tipo de competição o desinteressa totalmente. Tirando a parte da corrida, eu tenho a mesmíssima sensação. Talvez por ter crescido como filha única, como ele; não sei. Mas essa era uma característica minha que só agora, ouvindo o livro, pude perceber. E ele até fala isso no fim do livro, que não importa quantos anos passem, nós nunca vamos parar de descobrir coisas sobre nós mesmos.

Amei a parte em que ele conta como escreveu seu primeiro livro. Um belo dia, ele sentiu que tinha uma história pra contar, era uma vontade forte e intensa. Ele pegou papel e caneta, escreveu tudo, e enviou pra um concurso de novos autores. Ele não ficou com uma cópia, ele não se importava se a história se perderia pra sempre. Realizar esse intenso desejo de fazer a história existir era tudo o que ele queria. Uau! Assim são todas as coisas irracionais, criativas e belas, que saem do nosso coração. Curiosamente ele acabou fazendo um sucesso enorme e tornou a escrita sua profissão. E quando perguntam a ele qual a principal carcterística de um bom autor, ele sempre responde: Talento.

Concordo totalmente! Não importa quão bem instruída e educado seja uma pessoa, com pouco talento ela pode até chegar a escrever livros que vendam bem. Mas ninguém é capaz de formar uma Clarice Lispector, ou um Murakami. São raridades que não sabemos como se formam, nos tocam profundamente, e logo se vão.

Finalmente, já no epílogo ele fala algo super bonito sobre a razão de ter escrito essas memórias: através da escrita, ele gostaria de analisar que vida estava levando, descobrir seus padrões, se conhecer.

Não tem outro áudiolivro dele disponível no app da biblioteca, então vou sentir falta dele. Logo em seguida tentei ouvir One Thousand Gifts (2011), da Ann Voskamp. Mas deois de ter ouvido O Mundo de Sofia e Murakami, ouvir um livrinho sem graça desse é um suplício. O próximo será 12 Rules for Life (2018), de Jordan Peterson, que tem mais de 10 horas (!). 

28.1.26

A televisão me deixou burro

Eu ia escrever um post falando como algumas coisas da Inglaterra são geniais, mas aí lembrei que só acho isso porque tenho assistido BBC sem parar.

Eu já gostava da música, mas depois que comecei a assistir BBC comecei a amar a decoração, os filmes, as séries de comédia, os programas de viagem, e até a comida (quem diria... Mas Sticky Toffee Pudding é mais gostoso que brigadeiro, preciso admitir).

Talvez ter ouvido tantas horas de Chá com Rapadura, o podcast das cearenses que moram em Londres, me fez ver a Inglaterra com outros olhos e até sonhar (imagine!) em algum dia correr a maratona de Londres (impossível).

Eu virei a vó Marisa, que sempre tinha um fato interessante pra contar que começava com "eu vi hoje na BBC que..." Agora eu sempre tem algo britânico que eu quero incluir no meu dia-a-dia.

24.1.26

No radinho dessa semana

Essa semana durante o trabalho eu ouvi

  • João Gilberto
  • Vermelho (2011), de Marcelo Camelo 
  • Happy Talk, South Pacific
  • Vencedores por Cristo

19.1.26

Where'd You Go, Bernadette

É meio engraçado, mas assisti esse filme porque o Arthur viu um trecho e me disse: "tu vai amar esse filme, é sobre mulher doida, rica e que toma remédio". E ainda tem a Kate Blanchet, parece até uma outra versão de outro filme favorito: Blue Jasmine. Gostei demais, até gostaria de ler o livro e "entrar" nos pensamentos malucos da Bernadette. Mas não é um filme sobre loucura, é um filme criatividade. 

Um belo dia o Arthur chega pra mim dizendo que achou um filme que eu com Certeza ia gostar: era de uma mulher rica, maluca, com problemas na família e que toma remédio. Fiquei ofendida a princípio, mas quando vi que a protagonista era a Cate Blanchet eu gostei de imediato. E amei o filme, amei. Até gostaria de ler o livro e "entrar" nos pensamentos da personagem. 

O filme conta a história de uma arquiteta renomada que se depcionou com a profissáo depois de alguns problemas e vive em constante conflito não só com sua vida de esposa e mãe, mas com o mundo em geral. Até que ela acaba indo numa viagem pra Antártica sozinha (sem querer) e lá redescobre o prazer de criar, que sempre esteve dentro dela.

Esse filme me fez perceber como que pra algumas pessoas (eu incluso), criar é essencial.

Aos meus fones queridos

Eu já postei aqui sobre as maravilhas que ter um fone sem fio fez na minha vida de mamãe na madrugada. Agora que a Mimi já dorme melhor e eu voltei ao trabalho, meu fone de ouvido novo (lilás e bolota!) também tem me deixado super empolgada pra atividades sem graça como pegar o trem pro trabalho.

Pra começar, ouvi o audiolivro de O mundo de Sofia (1991), de Jostein Gaarder, que conheci graças a minha prima Victoria que leu quando adolescente. O narrador é sensacional, a voz e a leitura imponente dele cooperam pra atmosfera de sabedoria da história. A cada novo capítulo minha mente explodia (e expandia). Com certeza é um livro que quero muito ter na minha estante, marcar trechos favoritos e ter aquelas ideias sempre a mão.

Depois descobri que a biblioteca pública tem um aplicativo de audiolivros gratuitos e aproveitei pra ouvir aqueles que já estavam na minha lista, mas que eu não estava tão animada pra ler. Alguns até tenho na minha estante, mas não estava taaao animada pra ler. Acho que é um jeito legal de conhecer histórias e ideias. 

Comecei ouvindo Heidi (1880), de Johanna Spyri. É uma clássica história infantil bem fofa, bem no estilo Anne of Green Gables. A leitura era dramatizada então parecia que eu tava ouvindo novela de rádio. 

Depois ouvi The Freedom of Self Forgetfulness (2012), do Timothy Keller. É um livro curto que fala sobre auto-estima, aprofundando naquela ideia de que humildade não é pensar menos de si mesmo, mas pensar menos em si mesmo. Tem uma analogia muito interessante sobre estarmos sempre sobre constante julgamento das pessoas ao redor, até que o evangelho nos traz nova perspectiva. Gostei bastante! O Arthur ganhou do nosso pastor e estava esse tempo todo na estante, acho que valeu a pena ouvir o audiolivro. 

E hoje comecei a ouvir What I Talk About When I Talk About Running (2007), do Haruki Murakami. Obviamente eu jamais trocaria a leitura de um livro do Murakami por um audiolivro, mas como esse não é uma história e sim um conjunto de "memórias" sobre corrida achei que ouvir o livro me traria a mesma experiência. Sem dúvidas tô gostando muito e impressionada como o Murakami consegue pôr em palavras sentimentos e pensamentos que não consigo articular. E olha que eu nem corro!

13.1.26

Street style

Eu prefiro ir pro trabalho de carro, mas ir de trem não tem sido tão mal. Sendo alguém que passava horas na internet vendo fotos de Street style, andar de trem é como ver aquelas fotos ganhando vida. Amo observar o estilo das pessoas.

Os japoneses são sempre os mais bem vestidos, com um estilo clássico e super alinhado. As japonesas se vestem muito bem e com naturalidade, combinando: saia, meia-calça, loafer e casaco. Não me pergunte como, mas elas ficam lindas.

Os europeus e os árabes também são muito elegantes. Os homens sempre de sapato social, calça bem engomada, sobretudo e às vezes até uma mala. As mulheres também usam sobretudos e bolsas lindas, além dos lenços belíssimos que as árabes usam. Quando está muito frio eles usam luvas de couro e cachecol ao invés de luvas de lã com estampas coloridas.

Os africanos também se vestem como os europeus, mas com um estilo um pouco mais britânico, com suéteres e blusas de botão. Mas nem todos. Alguns vestem um estilo mais esportivo, mas mesmo assim parecem bem arrumados.

Todo o resto, assim como eu, sucumbe ao frio e veste como se estivesse se arrastado da cama e trago os lençóis junto.

12.1.26

Beauty drops

Algumas das coisinhas que trouxe pra minha gaveta no trabalho. Acho fofo esse tipo de foto, tipo um "what's in my bag", mas na verdade todos esses produtos só são úteis por causa de um clima seco e cruel. E uma fivelinha por causa do meu belo cabelo cacheado.


10.1.26

um filme bom depois do outro

Mal chegamos a metade de Janeiro e eu já assisti uma quantidade razoável de filmes ótimos.

Primeiro foi Everyone says I love you (1996), do Woody Allen. Tem também a Drew Barrymore e a Natalie Portman bem novinhas, e a Julia Roberts sendo a musa dos anos 90. Não é todo filme do Woody Allen que eu gosto, mas quando gosto vira um favorito. Esse filme é na verdade um musical, e eu nem gosto de musicais. Mas a história é tão engraçada que eu nem me incomodava quando os personagens começavam a cantar e dançar do nada. Gostei demais das músicas, dos cenários lindos em Nova York e na Itália, das ironias e reviravoltas na história dos personagens, das críticas sociais, do humor ácido e do jeito reclamão do Woody Allen.

Depois assisti com o Arthur To Rome with love (2012), também do Woody Allen. Dessa vez com outros atores famosos, mas o que mais gostei de ver foi o Roberto Benigni. Sim, o ator que consegue fazer a gente rir até num filme de guerra. Imagino que o filme seja realmente uma forma do Woody Allen demonstrar o amor dele pela Itália, porque ele usa sua mágica pra mostrar uma cidade apaixonante. Também amei as músicas e os cenários, mas o que mais gostei foram das histórias como sempre irônicas e muito engraçadas. Nossa, a gente riu bastante. Mais um favorito pra lista.

Assisti Brooklyn (2015) e fiquei extremamente emocionada. O filme conta a história de uma moça irlandesa que imigra pra Nova York em busca de um trabalho melhor, mas as reviravoltas da vida faz ela questionar onde ela deveria morar. Uma expatriada como eu, me emocionei em vários momentos, porque a tristeza e os questionamentos dela são bem conhecidos por mim. *spoiler* Confesso que, no lugar dela, eu teria voltado pra minha cidade natal.

Por fim, assisti Don't worry, he won't get far on foot (2018), com o Joaquin Phoenix, a Rooney Mara e o Jonah Hill. Chegou na metade da história e eu estava perdendo as esperanças, parecia que o protagonista era apenas um homem bêbado e revoltado com a vida, mas o final me surpreendeu. O filme me fez refletir bastante sobre nossa dificuldade em perdoar as pessoas e a nós mesmos. Também fiquei muito emocionada ouvindo o personagem falar sobre sua mãe biológica e a falta que ele sentia dela.

Filmes com dramas familiares ainda são meus favoritos.

Mercadinho japonês

não me pergunte o por quê, mas em japonês parece que tudo fica mais bonito.







1.1.26

O primeiro do ano

Uma das minhas metas é assistir aos filmes na minha watchlist e o primeiro escolhido foi Music of the Heart (1999), com a Meryl Streep. O filme é sobre uma violinista que tem o dom de ensinar, e depois de reviravoltas na vida ela acaba dando aula pra crianças numa escola do Harlem em NY. Apesar de todas as dificuldades, ela permaneceu firme no seu propósito de que qualquer pessoa era capaz de aprender a tocar violino e por mais de 10 anos acabou mudando a vida de muitas crianças daquela escola. 

O que mais gostei foi ver a Meryl Streep, mesmo assanhada ela consegue ser deslumbrante. Mas em geral, o filme não tem muita emoção e chega a ser sem graça. Talvez por ser a vida real? Chegou na metade do filme e eu não conseguia entender o que essa professora tinha de tão especial que merecia um filme sobre sua vida. Talvez por que todos os outros filmes desse diretor são filmes de terror e ele não soube contar bem a história? Talvez. Enfim, é uma história super bonita, mas não recomendo.